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A Transformação Digital?

Este termo não é com certeza nenhuma novidade para a maioria dos leitores, ou pelo menos para quem está mais atento ao mercado e à evolução das tendências. Esta semana gostava de deixar umas linhas sobre esta temática e tentar desmistificar um pouco o termo, porque na verdade já não é uma moda, veio para ficar. A transformação digital deve ser encarada pelas empresas como uma oportunidade para se tornarem mais competitivas, mais eficientes na análise de dados e inteligentes a relacionarem-se com o cliente. Algumas já o perceberam desde há alguns anos, outras estão a entender agora esta realidade. Basta olharmos para negócios como Uber, Amazon, Netflix, AirBnB, Spotify ou Facebook para percebermos que as vantagens podem ser muitas. Sabendo-se que o comportamento do consumidor demonstra cada vez mais tendências digitais, é fácil perceber que é imprescindível acompanhar o comportamento dos clientes ou potenciais clientes. Se conseguirmos usar a tecnologia de forma inteligente e ajustada aos objetivos do negócio, pode estar aqui a chave para dar um salto para o próximo nível. Contudo, tenho assistido por vezes no terreno, a alguma confusão na interpretação do termo, inclusive da parte de gestores e líderes de empresas. É que há uma grande diferença entre a verdadeira transformação digital e a simples digitalização do negócio! A verdadeira transformação digital não pode (deve) ser apenas um mero processo de tornar digitais os processos existentes. Deste modo as organizações podem colocar-se em risco, ficando para trás na verdadeira disrupção que outros estão a aproveitar para levar a cabo. O que trará vantagens em todo este processo é conseguir inovar, transformar realmente o próprio negócio e os seus processos, mudar a abordagem e a forma como se interage com o meio envolvente (parceiros, clientes, fornecedores, consumidores).

Como alavancar a Transformação Digital

Modelo de negócio: quem gere uma empresa, percebe que há que ajustar o modelo às necessidades do consumidor. A novidade está em ajustar o modelo de negócio beneficiando dos avanços tecnológicos e obtendo uma série de dados e estatísticas úteis para, finalmente, poder prestar uma melhor experiência ao consumidor.

Processos internos: esta transformação deve ser uma das primeiras preocupações de quem quer iniciar a digitalização do negócio. Adotar ferramentas como CRMs, ERPs, gestão de projetos, vai permitir otimizar os métodos de trabalho e a gestão de equipas. Cada vez mais permitir equipas deslocalizadas, pois a cloud, as messaging apps (WhatsApp, Skype), e afins, ajudam as empresas a fomentar uma melhor relação com os seus colaboradores estejam estes onde estiverem, potenciando por outro lado a internacionalização do negócio.

Relação com o cliente: a importância da captação de leads (um contacto que ainda não é cliente, mas tem probabilidade de o vir a ser) é crescente. Um cliente não tem de o ser para toda a vida, por isso é preciso saber mantê-lo e em alguns casos como e quando reativá-lo. A transformação digital aplicada na relação com o cliente vai permitir perceber todo o seu percurso nas várias fases, até mesmo antes de ser cliente. Afinal cada negócio é diferente, com públicos-alvo diferentes, orçamentos diferentes, objetivos diferentes.

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