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“Black Box” no palco do Virgínia na quarta-feira

A “Caixa negra” ou “Black Box” é um conceito técnico do Teatro, que parte da ideia de fazer espetáculos em locais onde não haja grande investimento em cenário. O conceito surgiu a partir do momento em que os espetáculos ficaram «mais democráticos», explicou a “O Almonda” Marta Tomé, professora de dança do “Corpo da Dança”.

O conceito de “Caixa negra” foi adaptado do teatro à dança como o mesmo princípio e agora os alunos do “Corpo da Dança” vão levar ao palco do Teatro Virgínia, na próxima quarta-feira, dia 17, pelas 18h30, a “Black Box” que preparam.

Cada aluno preparou uma performance, sem que haja um tema específico que una todas as interpretações. A ideia da “Black Box”, acrescentou ainda Marta Tomé, permite também aos alunos experimentarem colocar em palco as suas criações e as suas coreografias. É um espaço de experimentação, onde os alunos ganham experiência, resolvem problemas inerentes à preparação de um espetáculo. Ao palco vão subir criações de alunos de 10 a 15 anos, neste caso com duas peças criadas em conjunto e quatro peças de performances pensadas pelos alunos com 16 ou mais anos.

«Vai ser uma boa experiência para eles, até para que saibam o que é o enfrentar do público», sintetizou Marta Tomé. Cada peça exigiu um trabalho de preparação entre dois a três meses.

Este ano haverá também a participação de ex-alunos, com António Liberato, Leonor Mendes e Beatriz Pereira a apresentarem também trabalhos nesta “Black Box”. Beatriz Pereira na Culturgest A bailarina torrejana Beatriz Pereira participou no projeto “Pedra” da Culturgest e irá apresentar-se no palco da Culturgest a 13 de abril.

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