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Isto é que vai aqui uma açorda!

E vai mesmo… um dia que tudo tinha para ser um dia perfeitamente normal está-se a revelar por assim se dizer uma “piquena” CONFUSÃO. Não é que esteja a ser uma dia mau mas quase que já ia fazendo asneira por 2 vezes. Já vos conto… Acordei bem de saúde e no horário devido. Fiz aquelas trezentas e vinte sete mil coisas que todos nós fazemos quando estamos por casa e à mistura fui atendendo e fazendo uns quantos telefonemas que tinham de ser feitos por motivos profissionais e pessoais e meti-me no carro para ir almoçar com uma querida amiga madeirense e com a sua sobrinha que estavam de passagem por Lisboa. Até aqui, tudo normal… Já no carro mais uns quantos telefonemas! Calma. Não entrei em transgressão pois foi sempre através do sistema de alta-voz! E eis-me à porta do local onde esperavam por mim. Boa… um carro a sair de um lugar de estacionamento autorizado. Marcha atrás e… uma buzinadela ?! Aiiii…. foi por um triz. Que coisa esta. Juro que olhei pelos espelhos antes de iniciar a manobra e não estava lá nenhum carro. Passo a vida a reclamar de quem usa e abusa da buzina mas neste caso abençoada buzinadela. Meninas já no aeroporto, vamos lá para o evento da tarde.
Ao fim de 3 voltas ao quarteirão concluo que não dou com o sítio. Vamos lá recorrer à net e fazer uma pesquisa. Nada… Isto é que vai aqui uma açorda! As novas tecnologias são óptimas mas nada como baixar o vidro e perguntar a alguém. Boa acertei! A primeira pessoa a quem perguntei soube-me logo indicar. Agora arranjar lugar para o carro. Páro em segunda fila e aguardo que alguém saia. Um a sair. Boa, resultou. Ligo o carro e… para meu espanto, o carro em vez de andar para a frente andou para trás. Ai ai ai mas o que é que é isto?! Nem queria acreditar. Há sempre uma primeira vez para tudo na vida. Santo nome de Deus! Por engano, engrenei a marcha-a-trás. Que rico trabalho eu agora ia fazendo. Felizmente não estava nenhum carro parado atrás de mim. Ainda com o coração num perfeito alvoroço no peito estacionei o carro e ao sair do mesmo, pensei: – Oh mulher, benze-te. E se bem o pensei, melhor o fiz! E agora silêncio que se vai ouvir tocar guitarra portuguesa pela mão de Custódio Castelo e não nos esqueçamos que TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (nada disso, são só azelhices minhas), TUDO ISTO SÃO COISAS e CENAS & CENAS e COISAS

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