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Editorial

Este tempo de sol diz-nos que não estamos longe da época primaveril. Está a chegar este agradável tempo que convida à vida ao ar livre.

Deixam-se os fatos pesados no armário, os dias são mais luminosos e soalheiros. Mas não sei se nos damos conta de que escasseia a chuva e que isto é um fenómeno continuado das últimas décadas. Fala-se em alterações climáticas. Os mais velhos lembram-se do tempo em que chovia dias e dias seguidos e hoje a chuva começa a ser um fenómeno cada vez mais raro. Escasseia a chuva, a água começa a ser um bem precioso em muitas regiões do globo.

Isto devia ser um sinal de alarme. Muitos cientistas dizem-nos que o homem com a sua ação poluidora e consumista está a pôr em causa a vida na terra. Mas nada parece travar a acção destrutiva que, sobretudo, após a revolução industrial se vem apoderando dos caminhos da humanidade.

Levantam-se vozes, criam-se movimentos cívicos que lutam e procuram travar a degradação do planeta Terra. Mas a nível dos Estados são pouco mais do que inúteis as medidas tomadas e os tratados que pretendem uma resposta para o problema não produzem resultados que invertam a situação onde chegámos.

Estamos numa encruzilhada onde se joga o futuro da humanidade e de toda a vida na terra. Tudo depende da resposta que o homem for capaz de dar no presente para impedir ou, pelo menos, travar a degradação climatérica. São precisas políticas ambientais com preocupações ecológicas mas muito depende de nós, dos nossos pequenos gestos no dia a dia.

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