Home > Teresa Tapadas > Estilo Rococó

Estilo Rococó

Hoje estamos em modo Palácio! Ah pois é! Os dedos das minhas mãos já não chegam para contar o número de vezes que já aqui entrei para cantar! Mesmo assim, há sempre um certo não sei quê que me toma de assalto quando aqui volto. E perco o olhar demoradamente nos frescos do tecto da Sala do Trono, continuando a viagem pelos das paredes, passando pelos majestosos lustres que a par iluminam de forma singular a sala e consigo sempre descobrir mais um detalhe aqui, mais um pormenor ali. INCRÍVEL. Os nossos antepassados com as poucas tecnologias de que disponham conseguiam erguer obras verdadeiramente imponentes. E mesmo que as tivessem, as obras continuavam a ser imponentes! Palácios respectivos jardins e lagos! DE SONHO. De sonho para nós, que estamos agora aqui tranquilamente a usufruir deles, mas se pensarmos na quantidade de mão-de-obra escrava aqui utilizada durante todos os anos da sua construção e da quantidade exorbitante de impostos e taxas que foram cobrados a quem não tinha mais do que o pão para a boca para comer … aí o caso muda de figura. Adiante … O Palácio Nacional de Queluz é um palácio do século XVIII localizado na cidade de Queluz no concelho de Sintra, distrito de Lisboa. Um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, o palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a rainha D. Maria I de Portugal. Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I quando a sua loucura começou a piorar, após a morte de D. Pedro em 1786. Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família e permaneceu assim até à fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa de Portugal. E agora estão-nos a chamar para irmos cantar porque TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (hoje é mais rococó), TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS

Deixe-nos o seu comentário pelo facebook