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Os semáforos – junto à Agriloja (?)

O perigo estava sempre à espreita, dada a dificuldade de acesso ao estabelecimento referido sobretudo de quem vinha do lado do Torreshoping, que é obrigado a virar à direita e só depois ter acesso a atravessar o cruzamento, correndo o risco de “levar” com um ligeiro ou um pesado em cima, ao fazer essa manobra. As redes sociais e a imprensa chamavam à atenção de quem manda nestas coisas, se bem que a estrada não está sob a alçada da Câmara Municipal e diversos acidentes mais ou menos graves ali ocorreram com certa frequência. Para quem se desloca de Norte para Sul, junto à escola de Polícia, existe outro cruzamento perigosíssimo e também aqui se têm registado acidentes graves de vez em quando. Urgia começar a resolver as situações, que andam à velocidade das obras de Santa Engrácia e penso que se está à espera de uma tragédia com muitas vítimas, para depois se ir a correr, tarde e a más horas, para remediar o mal depois do mal feito. Foi portanto para mim uma agradável surpresa, a informação de que, finalmente, tinham sido colocados semáforos, junto à Agriloja, se bem que quem me comunicou, desde logo me disse que os mesmos semáforos eram apenas para regular a velocidade na via principal e nada mais. Ou seja, quem, vindo do Torreshoping quiser ir à Agriloja terá por vezes de esperar largos minutos para poder entrar no cruzamento, pois os semáforos têm o bom resultado de obrigar a velocidades mais baixas, mas nunca mais passam a vermelho se todo o trânsito, quer ascendente quer descendente, cumprir os limites de velocidade. Parece caricato, mas os condutores ali parados largos minutos também podem perder a espera e a paciência e entrarem à sorte para atravessar, pois o sinal está verde na via principal, com o perigo que daí pode advir. E para finalizar pergunto eu, será assim tão caro colocar dois semáforos laterais no cruzamento, que facilitem a passagem, sem riscos? Tanto dinheiro mal gasto, tanto dinheiro desviado, tantos impostos que se cobram e não há dinheiro para esta “caríssima” obra de protecção das pessoas e das viaturas. Será assim tão dispendioso? Quando alguém ali morrer – queira Deus que isso nunca aconteça – será altura para resolver as coisas tarde e más horas. O povo pede e agradece este cuidado extra, para descanso de todos.

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