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Editorial

Longos são estes serões de janeiro e frios. Convidam a ficar no aconchego e tranquilidade da casa. São momentos propícios à reflexão. E viajando em maginação por este mundo, que já vai bem dentro do século XXI, é com muita preocupação que vemos o desequilíbrio social, a violência, a agressividade que reinam entre muitos povos e em muitos lugares. A intolerância em vez da concórdia, a guerra em vez da paz.

Olhando aqui para perto de nós, podemos afirmar que, comparando com o que vai pelo mundo, vivemos num clima de concórdia e paz social, se excluirmos pequenos focos de perturbação aqui e ali. Contudo, podemos dizer também que a má governação, a má administração, tantas vezes assentes na corrupção e no amiguismo nos têm atirado para situações lamentáveis de injustiça social, de mau serviço público. Seria possível crer no Estado se este não negasse ao povo a reta governação a que ele tem direito na saúde, na justiça, na educação, na economia.

Sentimos que poderíamos estar melhor do que estamos. Há um sentimento generalizado de insatisfação e de crítica. Haverá sempre.

Mas no meio deste desassossego alguma coisa nos vem dar ânimo: a boa notícia da vinda do Papa a Portugal em 2022. Francisco ainda é uma referência, uma voz serena e orientadora neste mundo tão desassossegado.
Esperamos por ele e que a sua presença seja transformadora.

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