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Obrigada, Graça!

Num destes dias, em conversa com uma mulher bastante interessante e com a qual eu sei que me perderia em conversas horas a fio, ela disse que costuma ler esta coluna. Mais importante do que isso, foi perceber que a Graça (assim se chama ela) captou num ápice aquilo que eu sinto e que pretendo transmitir. Isto fez-me reler algumas das minhas crónicas publicadas no Almonda e, de facto, todas elas acabam por espelhar o meu estado perante a vida. Porque, em tudo o que faço ou vivo, tento ver o lado positivo das coisas e olhar para as coisas mais simples. Começo a ter alguma paixão pelo minimalismo, talvez por causa disso mesmo.
Cada vez mais, acredito em trabalhar a raiz, a origem, a base das coisas. Seja a nível profissional ou mesmo nas minhas relações mais pessoais. A Graça captou esta essência e esta filosofia dos textos que tenho escri- to. Às tantas, na conversa, já íamos para outros campos… E eu perdi-me na conversa com a Graça. Uma mulher que vejo quase todos os dias. Mas que é de poucas falas. Agora, que falou, sei que me perderia com a Graça. Em conversas e reflexões. Por isso, obrigada, Graça!

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