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As coisas boas da vida

As horas vão passando e neste caso as horas do dia 31 de Dezembro de 2018 passaram ao mesmo tempo que as outras, e ao aproximarmo-nos das 24 horas, começámos a despedir-nos do ano considerado como velho, em todo o mundo, pese embora morrer com apenas 365 dias. E lembramos as coisas boas e menos boas que 2018 nos proporcionou, primeiro em termos de saúde que não foram maus, pois deu para irmos mantendo o “esqueleto” em ordem e conseguirmos chegar a salvo ao ano novo, ao tão esperado 2019, ano que se quer venturoso para todos, em todos os capítulos. Voltando ainda a 2018, foi o ano em que concretizei dois grandes sonhos da minha vida, a gravação do meu CD de fados, “Esquina da Vida” e do meu primeiro livro de poesia “Improvisos da Alma”. Qualquer deles me deu bastante trabalho a concretizar, pois se no fado a tarefa principal era a da gravação, o amigo Carlos Nicolau disse sempre presente em toda a hora. O Constantino Formigo também desde a primeira chamada, disse da sua disponibilidade e para além de acompanhar na viola Baixo, como só ele sabe, de pronto cedeu os estúdios para a gravação, os anexos de sua casa. Depois a guitarra do Diogo Ferreira e a viola do Rui Girão fizeram o resto, e dois serões de cerca de sete horas no total, sem grandes repetições ou ensaios, a coisa lá saiu com condições a meu ver suficientes para que cá deixasse aos filhos e aos amigos a minha voz e interpretação dos fados que sempre cantei ao longo de toda a vida. E parece que as pessoas gostaram o que me satisfaz duplamente. Depois o livro de poesia, a ajuda preciosa dos meus filhos, a selecção criteriosa de dois amigos, Leonor Barroso e Nuno Morgado, as corridas à edição e impressão, a amizade que ganhei com o amigo João Barra, da gráfica de Rio Maior e por fim a amizade de tantos amigos que quase encheram o auditório da nossa Biblioteca, no inesquecível dia 20 de Outubro de 2018. A venda de ambos os sonhos tem decorrido calmamente e com razoáveis resultados. Não poderei nunca dizer mal deste ano de 2018, pois realizei-me mais como cantor e como poeta. E que posso desejar para o Ano Novo de 2019, senão muita saúde para mim e para todos e que possam concretizar os seus sonhos, em todos os aspectos das suas vidas. Da minha parte desejo aos leitores amigos, um Ano Novo cheio de coisas agradáveis e que o centenário “O Almonda” seja o incentivo maior para merecer o vosso interesse e que continue a espalhar Torres Novas por todo o mundo.

Um bom 2019 para todos.

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