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Será que vivemos no século XXI?

Ao longo deste ano que daqui a pouco finda, tenho pensado em tudo o que se tem passado quer a nível mundial, nacional e local. São situações e atitudes que originam a separação entre os povos. Existe um contra balanço enorme onde os ricos ostentam pedestais de ouro e os pobres vivem nas ruas, em barracas sem as mínimas condições. Os magnatas comem caviar e dormem em lençóis de seda e os pobres comem restos podres e dormem ao relento. O povo cansou-se e encheu as avenidas e grita, destrói, mata. Tudo para eles é para demolir. Não existe diálogo, apenas violência. França está ensombrada pelas manifestações dos coletes amarelos. Há um mês que andam nesta luta. No Iémen as crianças morrem de fome. Nós vemos a miséria confortavelmente sentados no nosso sofá. Por vezes não damos valor ao que temos. Muita gente não come comida do dia anterior e deita-a fora.
Caso para perguntar onde está a ONU e todos os benfeitores que andam por aí a angariar fundos? Ou esses fundos nunca chegam ao destino para onde deviam ir. Por Portugal vieram as greves dos enfermeiros, dos estivadores e de outros tantos. Outros querem parar o país no dia 21 deste mês. Vamos ver no que vai dar. E o Natal está a chegar. Por Torres Novas este ano pareceu-me ver mais pessoas a passarem e entrarem nas lojas. Também a feira “Aqui Há Natal” na Praça do Peixe deu uma grande ajuda e estava muito bem composta. São estas iniciativas que trazem gente à cidade. Terminando esta crónica espero que a senhora que desapareceu no domingo dia 16 já tenha sido encontrada com vida.

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