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Inconfidências

“Sempre perguntam se nós somos amigos ou namorados.

E eu sempre respondo: somos mais que amigos e menos que namorados.”

A curiosidade pela vida alheia é efetivamente uma realidade. Uma realidade que cruza todas as classes sociais dos quatro cantos do mundo, passando pelo Polo Norte, Polo Sul e até mesmo pelo Poli-lon! Sim Poli-lon. Poli-lon são os fechos de correr que a mamã usa. A mamã e as outras senhoras. Desculpem mas não resisti … e até me apetece dizer que antigamente se faziam reclames muito giros! E hoje em dia também! Já, no que respeita aos boatos nascidos da dita curiosidade já nem sempre podemos dizer o mesmo. Os porquês ?! Esses estão e hão de continuar a permanecer no segredo dos Deuses. Mas gosto de pensar que quanto aos boatos … no meu caso, só revela o quanto a minha vida “privada” continua a ser importante para um punhado de gente !!! E siga, que para a frente é que é caminho e novos ventos hão de soprar. E de Espanha, nem bom vento nem bom casamento! Ou talvez sim, quiçá. E por falar em ventos … nesta altura do ano, há que ter muita atenção às oscilações térmicas. O outubro vai quente. Mais um ano em que o verão não começa nem termina na altura devida. E isso mexe com o nosso corpo e com toda a natureza quer queiramos quer não. E queira Deus que este ano não se repitam os incêndios que marcaram o ano de 2017, exatamente nesta altura e que semearam a desgraça e transformaram a vida de muita gente e as paisagens envolventes em quadros de horror pincelados a preto e branco e selados com lágrimas através de uma paleta em que as cores se desvanecem a cada dia que passa sem que o prometido por quem é de direito seja cumprido. Que a data não passe em claro pois TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (tudo são memórias), TUDO ISTO SÃO COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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