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Loucuras

“Há esperanças que é loucura ter. Pois eu digo-te que se não fossem essas já eu teria desistido da vida”

(José Saramago)

As palavras são do “nosso” Nobel Português da Literatura todavia, é este mesmo o sentimento que hoje, muito em especial me toma de assalto! Acordar todas as manhãs e cumprir mil tarefas distintas, dia após dia e consequentemente mês após mês, como que num desfiar de um rosário até que um dia e sem darmos por isso, estamos a fazer referência a acontecimentos que se passaram ontem e esse ontem foi há 20 anos, só pode ter por base isso mesmo: ESPERANÇA!

Lá diz o povo que a Esperança é sempre a última a morrer… E por falar nisso, hoje estou a “morrer” de sono. Tenho mesmo muito sono! Os olhos até parecem que estão a levantar fervura, de tanto que me ardem. Espero sinceramente não estar a ficar doente.

Ups, ACORDEI… Graças a Deus que estava tranquilamente sentada no sofá a escrever-vos. Olhem só se estivesse ao volante! Nem quero pensar nisso. Pelo sim pelo não vou buscar o termómetro e ver a temperatura. Lá está … 37.ºC Uma rapariga deste tamanho todo e basta ter uma pontinha de febre e já não pode com uma gata pelo rabo. Adiante.

Um país tão pequenino como o nosso e já conta com 2 PRÉMIOS NOBEL. O primeiro a ser atribuído foi o Nobel da Medicina à época também chamado de Nobel da Fisiologia a Egas Moniz decorria o ano de 1949. De seu nome completo, António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz foi médico, neurocirurgião, pesquisador, professor, político e também ele escritor.

E ontem, a vizinha vila da Azinhaga vestiu-se de festa e recebeu com toda a pompa e circunstância sua Excelência o Sr. Primeiro Ministro de Portugal, Dr. António Costa e Pilar del Rio, viúva de Saramago, numa bonita cerimónia em que se assinalaram os 20 anos sobre a atribuição do prémio Nobel a José de Sousa Saramago.

“Dentro de nós há uma coisa que não tem nome é o que somos”

Palavras leva-as o vento e por vezes com elas/ela vai a honra de um homem/mulher mas, o que somos não há vento nem tempestade que a consiga arrancar. E eu estou e sou tão orgulhosa dessa minha coisa. E mais não digo apenas porque TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (e hoje tudo isto é sono!), TUDO ISTO SÃO COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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