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Arbitragem dita derrota dos Amarelos na Taça de Portugal

O sonho dos Amarelos de seguir em frente numa das melhores competições nacionais, a Taça de Portugal, quase que caiu por água abaixo no passado domingo, depois de uma injusta derrota frente ao Grupo Recreativo Amigos da Paz. Porém, na terça-feira, dia 11, a sorte ditou a repescagem. A equipa torrejana que contou com o apoio de dezenas de adeptos que se deslocaram até Leiria para acompanhar os Amarelos na 1ª eliminatória da Taça, entrou bem no jogo, mas quem ameaçou primeiro foi a equipa anfitriã, valendo a defesa de Quaresma. Com o passar dos primeiros minutos de jogo começaram os graves erros de arbitragem, que prejudicaram e muito o CDTN. O árbitro principal Quitério Almeida, auxiliado por Ricardo Oliveira e por André Mendes, só nos primeiros 45 minutos mostrou 5 cartões amarelos aos torrejanos e acabaria por expulsar o guarda-redes Quaresma. Nando Costa, o treinador principal também foi obrigado pela arbitragem a abandonar o banco, assistindo ao resto do jogo fora do campo. Os Amarelos estavam em maré de azar, mas em cima do minuto 45, Carlos Nabais deu uma alegria ao defender um penálti. O segundo tempo trouxe mais expulsões. João Alves levou o segundo amarelo na partida, deixando a equipa reduzida a 9 jogadores. Com estas baixas e com o sentimento de injustiça presente em todos os atletas, o jogo foi decorrendo sem grandes oportunidades para ambas as equipas. O GRAP pouco ameaçou e foi deixando a bola rolar. Os homens do Torres Novas mantiveram a cabeça fria numa tentativa de dar a volta ao resultado, mas conscientes de que não era tarefa fácil, tendo ainda a arbitragem contra eles, por razões que são desconhecidas. Cartões Amarelos e expulsões foram os momentos mais marcantes de toda a partida e até o diretor da equipa foi também obrigado a deixar o banco de suplentes. A culpa de uma derrota nunca pode ser só atribuída à arbitragem, mas neste encontro o Torres Novas foi seriamente prejudicado e talvez quem sabe com uma arbitragem mais coerente e imparcial o resultado tivesse sido outro. A 30 de setembro, espera-se que não seja a arbitragem a ditar o afastamento do CDTN.

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