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Violência no futebol

O futebol continua a ser o desporto rei em Portugal e um pouco por todo o mundo. Continua a ser a modalidade que mais leva adeptos às bancadas, que mais “dá que falar”, tanto para o bem como para o mal. Como tudo na vida, tem também alguns aspetos negativos que se deve ter em conta e aqueles que estão inseridos neste meio devem lutar para combater. A violência, infelizmente, faz parte do futebol. Desde as equipas distritais até às melhores equipas do mundo, em todas elas já houve momentos e episódios de confronto, quer seja entre jogadores, treinadores ou adeptos. O motivo principal é sempre ou na grande maioria das vezes a sede de ganhar e a ganância em obter os melhores resultados. Existem, naturalmente, outros motivos que desencadeiam as agressões, como, por exemplo, erros de arbitragem, os nervos e as emoções do jogo, o amor ao próprio clube, conflitos pessoais entre outros. Quando é gerada confusão dentro ou fora de campo, o jogo fica inevitavelmente manchado por esse desagradável episódio. O resultado e os lances de jogo passam para segundo plano e o foco principal recai sobre os desacatos ocorridos. Quem vai assistir a um encontro de futebol procura apenas que o jogo seja “bonito”, mas pacífico. Nas bancadas, estão inclusive crianças, que perante as agressões começam a encarar o futebol de outro modo. Existem “guerras” antigas entre clubes rivais, principalmente em terras vizinhas, onde é um clássico a ocorrência de agressões. Nesses jogos os nervos estão à flor da pele e o mais simples toque num jogador adversário gera uma enorme confusão, normalmente encarada como uma “tradição” a cumprir, mas que deve ser corrigida. Para o combate à violência no futebol é preciso que acima de tudo haja respeito, pelo adversário, pelos treinadores e por toda a massa adepta que independentemente da sua cor futebolística, saibam todos lidar com os gostos dos outros, com as vitórias e sobretudo com as derrotas, ainda que estas sejam difíceis de encarar.

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