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Diário de Bordo

20 de agosto de 2018. Hoje a minha mãe faz anos! A minha mais velha, leia-se nas entrelinhas a minha filha mais velha, como gostamos de brincar uma com a outra, completa hoje a bonita idade de 85 anos. E o meu sorriso ilumina-se. E penso na minha vida com alegria! Se já é uma bênção ter uma família que desde que sabem que fomos concebidos e pela nossa vida fora nos ama, protege e cuida de nós então, termos duas o que é? Eu tenho essa FELICIDADE! Tenho duas famílias. Assim como se fosse, uma família de sangue e uma família de acolhimento. Nem preciso de vos dizer quem é a família de acolhimento… E se há amores na vida sem os quais já não passo, o folclore e os fados são dois deles.

“Sem amor, nem confiança ponho a esperança na balança e vou eu bailar sozinha. ”

As palavras são de Mário Estorninho, músico de fado, violista, nascido e criado no nosso Ribatejo e que desde há uns tempos a esta parte escreve e bem! Ouço-as cantadas no tradicional Fado Triplicado. E sim! Por vezes também precisamos de bailar sozinhos. Mas esta semana bailei, cantei, sorri, passeei, comi, dormi e até tomei banho sempre acompanhada. Ah pois é. Verdadeira vida de saltimbancos. Para manter a tradição. Agora é tempo do meu olhar se perder bailando por sobre uma paisagem imponente que me transporta do azul do mar, passando pelo branco alvo da espuma das ondas até ao verde das encostas da Ilha. As maravilhas do Criador. Siga o baile pois TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE ( hoje, nem pensar … BEIJO DE PARABÉNS mãezoca e Parabéns também à minha Professorinha de canto, Maria João Sousa) TUDO ISTO SÃO COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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