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Castelo recusa-se a ver a poluição no Almonda

O Castelo de Torres Novas por estes dias recusa-se a olhar para baixo, para o rio que o abraça. Durante o último fim de semana, junto à Ponte do Raro, a maldita poluição voltou para dar cores feias e consequências desconhecidas, provavelmente prejudiciais para o rio Almonda. Uma mancha oleosa marcava as águas e alertou quem por ali passou e se indignou. Rapidamente as redes sociais deram conta do que se passava e logo se apontou para eventuais culpados, com a restauração vizinha a ser acusada à cabeça dos prováveis prevaricadores. Ao local foram chamadas as autoridades competentes, com as brigadas do ambiente a marcar presença para recolha de análises e posterior envio para o Ministério do Ambiente. Enfim, mais um episódio no longo rol de atentados-denúncias-recolhas-ministério do ambiente e depois nada. Um filme que já se viu muita vez e que não parece ter consequências para quem ataca o bem que é de todos, o rio. Foi só mais uma vez. Mais uma cuspidela nas águas que não se podem defender. E o Castelo, lá de cima, envergonha-se com o que não quer ver e parece olhar para o outro lado. O postal ilustrado parece assim ficar adiado por uns dias, até que a situação normalize.

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