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Não, Muito Obrigada.

E esta deveria ser a resposta a maior parte das vezes. Mas não. A humanidade tem uma dificuldade enorme em lidar com esta palavra. São apenas 3 letras e um acento gráfico. Á partida não deveriam haver assim tantos motivos para uma palavra tão pequenina e inofensiva causar tanto incómodo, mas há! Santo Nome de Deus! O que nos custa a dizer “Não”. E mais ainda a ouvir e aceitar um “Não”. E de repente quase que rebenta uma nova guerra mundial. Motivo?! Alguém foi sincero e disse “Não”. Pois. O “certo” aos olhos da maioria das pessoas e fruto da educação dos dias de hoje é dizer “Sim” a tudo e a todos e depois… esquecemo-nos do “Sim” que dissemos e agimos como se tivéssemos dito “Não”. Que aliás era a resposta certa, Mas… ao menos assim evitamos a palavra “non grata” e continuamos todos em paz. Muito possivelmente uma paz podre! Mas isso já são outros quinhentos. E depois, há os Sim’s que são mesmo Sim, os Sim’s que são Não e os Sim’s que são Assim Assim, aquela espécie de Nin’s. Aiiii esta nossa língua portuguesa é mesmo levada da breca. Passamos a vida a fazer trocadilhos com ela. E por sua vez, ela passa o tempo inteiro a pôr-nos à prova como se de um exame oral se tratasse. Precisamos de nos lembrar mais vezes, que um “Não” dito na hora certa e com convicção faz toda a diferença. E não. Não gostamos menos da pessoa a quem o dissemos. Muitas das vezes até é o principal sinal de que a amamos. Saibamos dizer “Não”, simplesmente porque TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (ou talvez NÃO!) TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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