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O amor não tem barreiras

Nesta altura em que se fala por aí de corrupção entre políticos, de assaltos e assassinos, de terrorismo eu falo-vos de amor. Esta palavra tão simples e tão complexa que embeleza poesia e prosas de apaixonados sonhadores. Esta palavra aveludada entre mistérios com sabor a vinho e cheiro a lareira aquecida. Esta palavra devota de promessas e mágoas feitas há muito tempo que se perderam nas agruras da vida. O amor deve ser vivido em liberdade. No entanto a sociedade não aceita o amor entre duas mulheres ou dois homens por exemplo. É um assunto polémico. Algo que ultrapassa o limite dos mais conservadores. É vergonhoso, um pecado. Atiram-se pedras, marginalizam-se essas pessoas que apenas querem viver em paz. Quem somos nós para os condenar? Seremos todos perfeitos? Que fizeram eles de mal para serem quase executados em praça pública? O amor não tem idade nem
raça, nem religião. Podemos amar um africano como um australiano ou mesmo até um indiano. O mais importante é a aceitação e o respeito. O amor não pode ser escondido. Se um pai ama o seu filho deve dizer-lhe isso mesmo. Os filhos precisam desse amor presente para construírem uma personalidade própria. O amor é uma lufada de ar fresco na nossa vida e mesmo que por vezes seja uma deceção resta-nos seguir em frente e dizer. “Por morrer uma andorinha não quer dizer que a Primavera acabe”.

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