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Por terras canadianas

Mala de porão – ok, mala de cabine – ok, passaporte e telemóvel (por causa do cartão de embarque que agora já não precisa de ser impresso) – ok, casaco – ok e também o capote – ok e a almo- fadinha relax – ok. Depois de confirmar que tudo o que era mesmo necessário levar estava comigo, no aeroporto de Lisboa esperava-me um voo de 8h30m, com destino final – aeroporto de Pearson, Toronto – Canadá. Esta nossa vida de artista leva-nos a sítios e reserva-nos surpresas extraordinárias. Já não vinha ao Canadá desde 2009. E agora eis-me aqui, de alma e coração cheios após um fim de semana de sonho a escrever a minha/nossa crónica semanal. Parafraseando o nosso querido José Carlos Malato, já fui muito feliz no Canadá! E como a vida é generosa para comigo, voltei a repetir a proeza. Após uma quinta-feira em que o meu dia foi mais longo que o habitual pois teve 29 horas. Não. Não me enganei. Nem sequer estou a ficar louca a esse ponto. Passo a explicar, é que no Canadá é mais cedo 5 horas que em Portugal, logo 24h + 5h= 29h. A sexta-feira começou com uma entrevista na estação CHIN em Toronto, das 9 às 10 horas e à noite os fados marcaram lugar na Casa da Madeira em Toronto, onde tivemos casa cheia e um público muito fadista. O sábado foi de folga, e feliz coincidência, atuava no Centro Cultural de Mississauga a fadista vinda de Portugal, Filipa Cardoso. Ah pois. Quem me conhece já imagina o que aconteceu, lá fomos nós ouvir e ver os colegas. Espetáculo maravilhoso! No domingo pelas 11 horas, um “Uber” estava à porta do nosso hotel para nos levar até ao Oásis Convention Centre em Mississauga. A mim, ao costureiro português Rafael Freitas, à Miss Portuguesa, Filipa Barroso e ao Presidente da Organização Miss Portuguesa (desde 2011 que deixou de se chamar Miss Portugal e se passou a designar assim), Isidro de Brito. Uma tarde memorável, daquelas mesmo de filme mas em bom, diria mesmo em muito bom. O tempo voou e antes de ser anunciado o nome da Miss Portuguesa Canadá 2018 e da respetiva coroação, o fado foi chamado a palco na voz da fadista Teresa Tapadas. Definitivamente tenho a melhor profissão do mundo, do meu mundo, pois TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (nada disso, sou tão feliz!), TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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