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“Oh viva da costa … “

Assim cheguei ontem a casa. Fresca e viva como a sardinha depois de mais uma noite de cantigas ao fado. O nosso corpo é sem dúvida uma máquina extraordinária! Com uma capacidade de adaptação incrível, de tal ordem que diria até mesmo que é surpreendente. Depois de um fim de semana intenso, em que a hora de ir para o “óó” saiu muito fora do que por norma me é habitual, a nível profissional o resultado aí está. O sono ontem teimou em não querer chegar. De tal forma, que depois de cumprida a noite na casa de fados, quando cheguei a casa e após o habitual ritual de retirar a maquilhagem e hidratar devidamente o rosto, vi um filme do início ao fim sem dar sequer uma “pendidela”! Filme que aconselho vivamente intitulado “FOGE”. De seguida, o episódio da novela que estava em atraso… sim porque eu sou uma moça da província que quando o enredo me agrada até vê novelas! E, como se não fosse bastante, ainda li uma boa dúzia de páginas de um livro. Agora, eis-me aqui desejosa de continuar na cama a dormir e já o sol vai alto. Ainda dizem que vida de artista é fácil! Vamos lá, vamos lá. Sem reclamações. Insiste, insiste e não desiste que os avisos sonoros da agenda do telemóvel não param e chegar atrasada a compromissos não é elegante (nem eu quero!) “Quem quer favas, quem quer?! Quer ervilhas?” Aiiii… será que hoje vou conseguir adormecer cedo? A ver vamos. Beijinhos e TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (qual quê … são pregões de Lisboa! E que bonitos que são!), TUDO ISTO são, COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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