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“Oh pá, rais ta partam”

Ouvir esta expressão, melhor dizendo, ler esta expressão numa mensagem escrita, vinda da mana de coração e que a vida te deu aos trinta e poucos anos é simplesmente inexplicável de tão bom que é! E até te faz sorrir por dentro, mesmo que no rosto não se note, pois por lá ainda “moram” os resquícios do mau humor/ birra/ sei lá eu o quê, resultado de uma noite de sarau de poesia que tinha tudo para ter sido extraordinariamente feliz para mim/nós mas não o foi.  Mas quem tem uma mana assim tem tudo. E em noite de folga e birra é a verdadeira tábua de salvação. Abençoada sejas mulher por seres como és! Mas como o relógio não para e hoje já é outro dia… embora lá sair da cama que há uma agenda repleta de coisas boas para fazer… Ai… vamos lá ser mais correta e escrever de forma mais elegante e profissional… há uma agenda repleta de eventos para cumprir. E que eventos.  Escrever uma crónica semanal já é para mim um desafio, quanto mais um Prefácio. E, chegou o dia da apresentação do livro de Paula Araújo intitulado “O Trilho da Rata Cega”.  De repente uma série de borboletas tomam-me o estômago de assalto. Ou será fome? Bom… Melhor começar por tomar o pequeno-almoço e depois a ver vamos. Modo pausa para tomar refeição. Sim. Porque cá em casa o telemóvel ou o tablet não se usam enquanto se está sentado à mesa, exceto se for algum assunto verdadeiramente urgente.  Retirando o télélé do modo pausa, já de estômago aconchegado e após um duche tão rápido quanto reparador, constato que as borboletas continuam por cá.  Mas eu até gosto tanto de borboletas! Toca para diante… como se diz cá por estas bandas sem nunca esquecer que tudo isto só acontece porque TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (nada disso, ter escrito o prefácio foi uma ALEGRIA), TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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