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Brincalhão

Muita coisa ou até mesmo muitas coisas e cenas haveriam para dizer sobre este assunto mas, não temos tempo. Não temos tempo? Como assim? Ai temos temos… e mesmo que não tivéssemos, arranjávamos! Olha agora. “Brincalhão que ele é …” Como a maior parte de vocês sabem, ou pelo menos calculam, devido à minha profissão raramente saio de casa aos sábados à noite. Psst… Só aqui entre nós e que ninguém nos ouça; aqui há uns tempos tive um sábado que não trabalhei. Bem. Ou melhor dizendo, Mal. Já nem sei o que se faz a um sábado à noite! Oh, foi a loucura total. Com todo o tempo do mundo fiz um belo de um jantarinho, tomei uma banhoca, vesti o respetivo pijama e devidamente munida com o comando da tv instalei-me confortavelmente no sofá da sala, fresca e viva como a sardinha, para ver um filme que tinha deixado a gravar há uns dias. E depois… Acordei, alta madrugada toda torcida mas quentinha e da história do filme de pouco ou nada me lembro. Não foi o caso do sábado passado. Depois de honrosamente ter saído do Castelo da Disney no Palácio dos Desportos na nossa capital de concelho, para cantar durante a Gala de comemoração do 50° aniversário da Patinagem Artística, rumei até ao Nadadouro – Caldas da Rainha, onde me entregaram com a maior simplicidade e gentileza, o cartão de visita mais original que já recebi até hoje. Um envelope alto de papel estampado na frente com o nome e respetivos contactos do artesão, na parte de trás contava a história da arte do que vinha no interior… no interior vinha uma preciosidade. Um pequeno mas lindíssimo leque feito em renda de bilros com respetivo certificado de autenticidade. Oficina das Rendas de Bilros “O Brincalhão” de Joaquim José Feliciano Silva em Peniche. Muito Obrigada pois TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (ou brincalhão), TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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