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Tempo…

A rádio acaba de dar o sinal horário das 15 horas. É domingo. É dia de “passeio dos tristes” e ainda para mais como a chuva que tanto ansiávamos finalmente chegou, o trânsito na estrada nacional segue a ritmo mais lento, dando-me assim oportunidade de olhar com outros olhos a paisagem que hoje me rodeia. A paisagem e mais um sem fim de cartazes gigantes a anunciar tudo e mais alguma coisa. Num deles leio: “É tempo de ter tempo”. E de imediato concordo… Sem dúvida que sim. Ter tempo acima de tudo de qualidade. Para nós. Para estarmos connosco. Para estarmos com aqueles que são importantes na nossa vida, sejam eles família de sangue ou família de coração (gosto de chamar assim aos meus amigos do peito), ou até mesmo para fazermos as nossas tarefas diárias e os afazeres profissionais de forma mais prazerosa. Hum… e uma boa surpresa?! Adoro uma boa surpresa. E ainda mais do que ser surpreendida, adoro surpreender. Preparar uma surpresa em dia de aniversário ou não a outrem que tem um lugar especial no nosso coração dá direito a borboletas no estômago e tudo. Há sempre uma boa dose de inquietação que se instala para que nada falhe… só para que “aquele” sorriso de felicidade apareça no rosto! E é assim esta coisa do tempo. O tempo é o que fazemos com ele. E como certo temos o dia de hoje. No que respeita ao ontem já nada podemos fazer e o amanhã podemos ter saúde para o viver ou não. Como dizia nosso querido e já saudoso Padre Dâmaso … “já ago- ra, vale a pena pensar nisso”, tão somente porque TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (ou surpreendente), TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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