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Falar em Público: O que faço às mãos?

Esta é uma das questões que as pessoas que preparo para falar em público me levantam mais vezes. O que faço com as mãos, enquanto falo? A pergunta, de idiota, nada tem. Denota, sim, uma noção pura da importância que devemos dar às nossas mãos. Quando falamos em público, regra número um: evitar segurar qualquer objeto (a não ser que necessitemos mesmo, por exemplo para o demonstrar ou por questões estratégicas). Nenhum objeto nos vai reduzir o stress ou a ansiedade, muito pelo contrário: podemos dispersar-nos a nós próprios e à audiência. Nunca repararam que algumas pessoas seguram uma esferográfica e, a dada altura, durante o seu discurso, não paramos de ouvir o irritante “click” do botão ou a tampa salta? Ou a caneta cai vezes sem conta? Regra número dois: as mãos servem para dar ênfase ao que estamos a dizer. Tal como um maestro marca o passo de uma banda, quando falamos em público devemos dar corpo ao nosso discurso ou apresentação recorrendo às mãos. Mas não caiam no exagero. A ideia não é mexer as mãos de forma desarticulada ou confusa. A ideia é criar uma sintonia entre os nossos movimentos e o que vamos dizendo. Regra número três: as palmas das mãos devem estar viradas para cima ou para as pessoas (de forma descontraída, é claro). Mostrar a palma da mão significa que não estamos receosos e que estamos abertos à comunicação. Outros detalhes e pormenores devem ser cuidados, logicamente. Estes são apenas alguns conselhos mais generalistas que vos vou deixando, assim numa espécie de manual/kit SOS para falar em público. Continuarei a abordar esta temática nas próximas semanas, com mais conselhos e dicas infalíveis para quem quer ter sucesso na hora de falar em público. Fiquem atent@s.

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