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O passado passou, o bom ficou guardado e o mau ocultado

No início do ano, com a luz a aumentar e os dias a ficarem mais longos, invade-nos uma sensação de mudança. Sabemos que um ciclo vai chegar ao fim para ser substituído por outro. É comum reflectir sobre os acontecimentos mais relevantes que ocorreram durante o ano que findou. Após tantas desgraças demonstrativas da inépcia de quem desgoverna Portugal, quase no fim de Dezembro, ficou mais que provado como funciona a partidocracia larápia. Imagine-se! Um parlamento a passar leis às escondidas. E logo sobre o financiamento dos partidos! Ora bem. Como sabemos, os erros são a base de todas as aprendizagens. Por esta razão, as dificuldades de 2017 não devem ser esquecidas, terão de ser superadas. Da mesma forma, haverá quem veja com melancolia o pressentível encerramento do ciclo da caranguejola. É bom recordar que tudo o que começa termina. É onde está a essência da vida, na oportunidade de tentar coisas novas. Para efectuar uma mudança, é necessário um plano de acção que considere os pontos fortes, fracos, novos objectivos, áreas de oportunidade, etc. É com determinação e uma atitude firme que se alcançam os objectivos. Um novo ano traz consigo uma onda de oportunidades que devem ser aproveitadas. Acabe-se com o «politicamente correto» que começa a irritar severamente muitos de nós, em particular os mais idosos e um número crescente de jovens que também são alérgicos a todo o tipo de censura. Também é oportuno lembrar aos políticos que têm deveres. Se o Trump é populista, não escasseiam exemplares de Raça Lusitana à imagem de quem votou neles. Reflectem um certo nível de desenvolvimento intelectual. Ou a sua falta. Esperamos que, em 2018, os portugueses não deixem de sonhar e de materializar os seus desejos, que sejam capazes de fazer planos e de obter o que pretendem. Fazemos votos que as eventuais mudanças sejam para melhor e que o ano novo não se apresente tão mau como o que agora findou. O passado passou, o bom ficou guardado e o mau será esquecido. É o que pensam muitos compatriotas.

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