Apontamentos

Incluo no primeiro a informação que retirei da imprensa do país irmão, Espanha, por ter a ver com alguma imaginação, inspirada na ideia catalã de independência. Dizia essa informação que um cidadão da Andaluzia, como se sabe também uma região autónoma espanhola, quer formar, apenas virtualmente, uma espécie de república da Andaluzia, na qual se inclua a região de Valência e os nossos Algarve e Alentejo. A criatividade é de facto original porque não tem nenhum ponto de sustentação, mas deixa antever o que pode acontecer com um eventual desmembramento do país vizinho. Diz mais o senhor, se a Catalunha ficar independente só as Castelas e Leão ficam na “España”. No segundo, tem a ver com a ideia do jornal El País que considerou ter sido o ano de 2017 o ano de Portugal porque a diplomacia portuguesa fez eleger António Guterres para Secretário Geral da ONU, ganhámos o festival da canção e agora o nosso ministro das finanças vai presidir ao Eurogrupo. E tínhamos acabado de ganhar o euro de futebol em 2016. Dizia ainda que os portugueses impõem-se e a Espanha é bastante maior e não leva nada. A Itália também consegue impor-se, acrescentava o articulista. O terceiro ligo-o a Trump, presidente que fez o que alguns presidentes americanos pensaram, ao mudar a embaixada americana para Jerusalém, mas nunca fizeram, isso porque foram bem aconselhados, é que a Palestina também a quer para capital. E está-se a ver como o mundo árabe reagiu à notícia e os mortos que a medida já provocou. O quarto, também extraído de um jornal espanhol, para dizer que os três países mais antigos da Europa são Portugal, França e Dinamarca. A antiguidade não traz dividendos, mas é história. O quinto tem ainda a ver com os Estados Unidos, pois a ONU não reconhece Jerusalém como capital de Israel. A decisão de Trump teve 128 países contra. É significativo.

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