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Direito de Resposta

Ao abrigo da Lei de Imprensa nº 2/99, de 13 de Janeiro, artigos 24º, 25º e 26º, vem o CHMT, EPE, exercer o direito de resposta e retificação em relação ao artigo do jornal O Almonda, edição de 8 de Dezembro, nas páginas 1,6 e 7, com o título “Não, não me leve para Abrantes”. O Conselho de Administração do CHMT, EPE não reconhece as afirmações referidas nas citadas páginas e repudia veemente a forma leviana e ligeira como viu difamada a Instituição que gere, na concretização de um trabalho sério e rigoroso, com o objetivo único de prestar os melhores cuidados de saúde à população que serve. O Conselho de Administração do CHMT não permite a rotulagem depreciativa dos seus serviços e ou profissionais, como o Almonda faz ao referir-se ao Serviço de Urgência como “corredor de morte”. Considerando que os habitantes do Médio Tejo merecem ser informados com rigor, profissionalismo e verdade importa esclarecer o seguinte: – O CHMT foi abordado com questões genéricas relativas ao funcionamento do seu Serviço de Urgências Médico-Cirúrgicas pelo jornalista Luís Lopes, chefe de redação do jornal O Almonda. – O jornalista Luís Lopes justificou as questões enviadas como parte de uma reportagem que andava a preparar sobre o referido Serviço. – Ao CHMT não foi relatada nenhuma das situações que aparecem descritas no jornal. – O CHMT respondeu a todas as questões enviadas pelo Almonda e lamenta que a resposta à última pergunta não tenha sido publicada na íntegra. Na pergunta “Quando é que vamos deixar de ouvir falar nestes casos? Que soluções é que o CHMT tem para estas situações não se verifiquem mais?” O Conselho de Administração responde claramente “Desconhecemos a que situações se refere”, frase esta que não aparece publicada no jornal o que indicia um comportamento de má-fé, com intuito de prejudicar a imagem da Instituição CHMT. O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, na defesa do bom nome da Instituição e dos valores que esta representa e que são escrupulosamente cumpridos, solicita que o órgão de Comunicação “O Almonda” retifique e se retrate publicamente sobre a matéria publicada. O Conselho de Administração do CHMT, EPE, assume a intenção de agir criminal e civilmente, se necessário, sobre o jornal, o seu diretor e o autor da notícia, caso se mantenham as afirmações caluniosas, injuriosas e difamadoras do valor da Instituição Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE. O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo continua a garantir à população a inquestionável competência técnica e dedicação dos profissionais do CHMT, principalmente os afetos à prestação direta de cuidados como sejam os médicos, os enfermeiros e os técnicos de diagnostico e terapêutica. Competência e dedicação que a população do Médio Tejo, ela própria, sempre reconheceu e por isso repudiará trabalhos como o que o Almonda publicou e sobre o qual exercemos o direito de resposta.
Assina o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo

* Texto transcrito na íntegra

Nota da Redação de acordo com o artº 26 da Lei da Imprensa 2/99

A resposta que a Administração do CHMT diz não estar completa, confirmamos o corte, pois a informação não acrescentava informação substancial ao texto. Já a expressão “corredor da morte” é como na gíria se começa a conhecer as urgências de Abrantes e “O Almonda” nada mais fez do que escrever aquilo que é do domínio comum. Nunca os profissionais foram colocados em causa, mas sim as condições em que as pessoas estão, num corredor, em maca, à espera dias seguidos. “O Almonda” e o jornalista Luís Lopes fizeram eco do que a sociedade civil de Torres Novas sabe e pensa sobre o atendimento no Serviço de Urgências de Abrantes e nada mais fez do que retratar situações que ali se vivem a um ritmo quase diário. Assim, não produzimos informações caluniosas, injuriosas e difamadoras da Instituição CHMT.

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