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Coisas e Cenas & Cenas e Coisas

“Era uma vez, (…)” “(…) e, foram felizes para sempre.”

Eis as palavras que sempre nos habituámos a ler ou a ouvir ler nos contos e nas histórias de encantar. Não fossem os contos e as histórias de encantar e corríamos o risco de o mundo nos parecer a preto e branco desde muito mais cedo. Gosto de preto e branco mas gosto muito mais de sépia. Uma bonita fotografia é sempre uma bonita fotografia mas se for a sépia tem outro encanto! Mas… e se for a cores … aí até parece que conseguimos ouvir as gargalhadas ou até mesmo a tristeza sentida aquando da lágrima que por descuido ficou eternizada. “Ainda pode ser hoje o melhor dia da tua vida” in Prometo Falhar de Pedro Chagas Freitas. E, hoje muito em especial, quero acreditar que sim. O turbilhão de pensamentos que ainda me assola qual tempestade na natureza, ainda não me permite ter certezas de nada… mas esforço-me. E sinto-me grata. Agradeço do fundo do coração, hoje e para todo o sempre enquanto for viva, aos amigos [e vocês sabem quem são] pela disponibilidade e pela prontidão. E, recordo que até conseguimos dar uma ou outra gargalhada. Ainda nem sei bem como, mas demos. Deve ter sido dos “nérvus”. A Senhora Vida prega-nos com cada partida. E a minha vida tem sido sempre assim… feita de partidas e chegadas (nos aeroportos, nos hotéis, nos teatros e auditório, nas festas de verão ou de inverno e até mesmo em casamentos, batizados e até já em cerimónias fúnebres), por entre sorrisos e lágrimas, ilusões e desilusões, amigos, conhecidos e outros que parecendo uma coisa são outra. E é assim esta coisa de estar vivo e viver. E sim … TUDO ISTO EXISTE, TUDO ISTO É TRISTE (inexplicavelmente triste), TUDO ISTO são COISAS e CENAS & CENAS e COISAS.

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