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Farmacêuticas: O Capital acima da vida

Por: Armando Rebelo

Neste Mundo onde o vil metal está acima dos valores da Vida, sobretudo em alguns Países, incluindo os estados Unidos, as multinacionais far- macêuticas que subsidiam ilustres políticos nas suas campanhas eleitorais, apenas e somente se lhes interessa, enchendo-se de dinheiro, depauperando toda uma ética relativa à saúde humana, no que respeita a medicamentos. a base destas minhas informações, tem como denún- cias recentes, as declarações feitas pelo Prémio Nobel da Medicina, o Prof. Richard Roberts, que durante uma conferência na Universidade de Nonyang, afirmou que na américa a maioria das farmacêuticas pagam milhões de dólares anuais aos médicos que receitem os seus medicamentos, medicamentos esses que não curam, apenas servem de paliativos, protelando vagas melhoras, em vez de outras medicinas que iriam dar uma fácil e rápida cura aos pacientes. a exemplo, o mesmo médico catedrático, afirma ainda que novos antibióticos que seriam demasiado eficazes, na cura de variadas doenças, a sua evolução cientifica não é desenvolvida, dado que não interessa que sejam medicados, isto por troca de outros mais rentáveis medicamentos de baixos custos. continuando as suas declarações, este Nobel afirmou, que hoje a tuberculose, que foi derrotada durante dezenas de anos passados, no ano 2016 matou mais de um milhão de pessoas neste nosso Globo. O Prof. Roberts continua a relatar, que a Saúde não pode ser um mercado, onde apenas interessa ganhar milhões e milhões de dólares ou euros, ou qualquer outra moeda corrente, em outros Países. Felizmente que os modelos europeus neste setor, são um misto de capitais Públicos e Privados, dificultando alguns destes tipos de abusos criminosos. a indústria da Saúde não se pode reger pelos mesmos códigos e princípios dos mercados capitalistas e se assim for, como o é nalguns casos, a mesma se assemelha a uma autêntica máfia. cada dia que passa, o género humano está em maior perigo, devido a variadíssimas empresas, do setor farmacêutico, onde a vida não tem qualquer valor, isto em termos éticos, ou tão simplesmente na luta, contra as mais diversas doenças como é o caso do cancro. Mas o «Mundo está de pernas para o ar» e nós morremos por falta de remédios, que não são rentáveis, mas muito eficazes em tratamentos da Humanidade. Mas será que estamos a chegar ao fim do Mundo? Será o Futuro a ditar a sua sentença cruel?

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