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O projeto de comunicação do “Novo Almonda”

O projeto de comunicação do “Novo Almonda”
Esta edição apresenta as modificações de que o Jornal “O Almonda” foi alvo. Muitas mudanças estéticas e de conteúdo. Por trás destas mudanças há um nome, do diretor, Durval Baranowske. Quis, com esta mudança, dar um contexto mais atual e leve ao jornal, que entendia ser antiquado e pesado.

Como se dividem as secções
As primeiras páginas apresentam informação sobre a cidade de Torres Novas, no capítulo “Por cá”. Pretende-se «uma comunicacão direta com a comunidade próxima», dando conta dos acontecimentos centrais, de interesse geral, assuntos que muitas vezes são «negligenciados ou abafados», explicou o diretor. O segundo capítulo, de
nome “Instante”, pretende divulgar notícias de acontecimentos regionais, é espaço para o obituário, emprego, divulgações e outros acontecimentos que não cabem na secção do “Por cá”. Será mais um capítulo informativo e pretende prestar esse serviço à sociedade, abrindo espaço ao comentário, através dos seus cronistas.
Em jeito de homenagem à doçaria regional surge o terceiro capítulo, o “Bolo de Cabeça”. E a ideia do nome, justifica o diretor, reúne «misturas e inteligências», um capítulo de informações que são também reflexões sobre as artes, publicações literárias, gastronomias, entretenimento, eventos culturais e intelectuais. A “Vida Interior” é o quarto capítulo, dedicado a questões da religião e da espiritualidade. Tem por objetivo
«prestar informações da vida espiritual católica de Torres Novas e da região». Este capítulo pretende promover reflexões e transmitir mensagens de paz. O Desporto tem também lugar no novo projeto e passa a ser parte integrante do jornal. Vai continuar a divulgar os feitos desportivos dos clubes e atletas da região.
Destaca-se a antepenúltima página, com o sugestivo nome de “Zoom”, que estará a cargo de Ana Madureira, com os seus textos, e da atenção do fotógrafo Nuno Vasco. Na última página encontramos o “cartoon”, um texto parábola, uma peça curta de caráter jornalístico e “o provedor do leitor”, uma figura que se pretende que seja o intermediário entre a imprensa e os leitores. Esta figura terá liberdade para criticar o conteúdo do jornal.

Para quê um novo jornal?
O seu objetivo é o mesmo de sempre, “dizer a verdade e combater o erro”. Através de uma assessoria de comunicação, que o próprio jornal realizou, fez as suas alterações e está mais preparado para informar, formar, divulgar, prestar serviços, reivindicar direitos e conquistar público.

Duas “portas”, a gráfica e a editorial
O seu novo projeto editorial é a “porta” que é alimentada com a informação que é recolhida pelos nossos jornalistas. A sua principal importância é a de manter o leitor bem informado. O seu interesse é o de envolver a sociedade, na divulgação de feitos relevantes, esclarecer dúvidas, responder a perguntas e unir direções. Por essa “porta” circula o conteúdo do jornal, que visa produzir o que será dito nas mensagens destinadas ao leitor. O seu objetivo é dizer a verdade e combater o erro público, acompanhando os efeitos desse discurso. O projeto editorial é assinado pelo diretor e aprovado em conselho editorial. As linhas devem ser obedecidas por jornalistas e cronistas, paginadores e fotógrafos. A “porta” do projeto gráfico é onde o design acontece. Conta-se com a experiência da Gráfica Almondina e dos seus colaboradores, bem como das ideias inovadoras de Antero Guerra Inácio. Deseja-se que o projeto gráfico seja ousado e visualmente correto. Querem-se maiores fotos, textos justificados, apostando no desenho gráfico, fotografia e textos rápidos.

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