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Associação do Património propõe “Parque Urbano” para Torres Novas

A Associação de Defesa do Património de Torres Novas propõe para Torres Novas, nomeadamente na Quinta de S. Gião, que contempla o edifício e os terrenos que vão da Fábrica de Fiacção e Tecidos ao campo de futebol das Lapas, a criação de um Parque Urbano. Uma proposta que reconhecem ser arrojada, mas que, ao mesmo tempo «faz falta à cidade».

É público que o município está em fase avançada de negociação para a aquisição dos terrenos da Fiacção e Tecidos. A Quinta de S. Gião fica paredes-meias com aqueles terrenos, o que permitiria fazer desta uma proposta ainda mais atraente.

Porquê um Parque Urbano?

A Associação do Património, em maio último, realizou uma atividade ao ar livre a que deu o nome “Pintar a manta em S. Gião”. Na ocasião, com muitos elementos da associação presentes, tornou-se claro e evidente que havia na cidade a necessidade de um Parque Urbano, com escala, para correr e estar, que não fosse só um jardim com relva. «É preciso um espaço que permita às pessoas correr e andar de bicicleta, no meio da natureza e da floresta», explicou Sofia Ligeiro, da ADPTN.

Daí que a ideia da Quinta de S. Gião tenha surgido como ponto de partida. Depressa se percebeu que só o espaço envolvente da casa «seria insuficiente», observou Margarida Moleiro. Começou-se então a “ler” o espaço que se estendia da Quinta à cidade, da Fiacção e Tecidos à Ponte dos Pimentéis, pensando-se que seria “interessante” um corredor ecológico do Almonda.

Luís Lopes

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