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“Música Choral” veio para ficar

img1_18-03-2016_gdNuma iniciativa do Conservatório de Música do Choral Phydellius, a Praça do Peixe, em Torres Novas encheu por completo de pessoas para assistir à edição de “Música Choral 2016”. Pelo segundo ano consecutivo, juntaram-se num só concerto cerca de duas centenas de executantes, com idades a partir dos 5 anos até à idade adulta, num total de oito grupos corais, desde os iniciados, passando pelos juvenis até aos adultos que ofereceram ao público presente um final de tarde de excelência.

Música Choral veio para ficar foi o lema desta segunda edição”.

Quisemos com esta iniciativa, que teve a sua primeira edição no ano passado, oferecer um espetáculo de música coral que fosse representado verticalmente por todas as células corais do Choral Phydellius. O público conhece o Choral Phydellius e o Coro Juvenil, mas depois há um conjunto de outras células corais que não são conhecidas”, começou por explicar ao nosso jornal, o professor Vítor Ferreira, diretor pedagógico do Conservatório de Música e referindo-se aos coros dos cursos de iniciação, básicos e secundários.

São como satélites corais que representam bem os seus níveis etários e o trabalho desenvolvido ao nível curricular e que o Conservatório resolveu mostrar ao grande público”, explicou ainda o responsável.

Música Choral veio para ficar” foi o lema desta edição de 2016, pois nas palavras do Professor Vítor, “o espetáculo está melhorado e aperfeiçoado”.

O espetáculo iniciou com a ternura própria das tenras idades, com o Coro de Iniciação, tendo-se seguido o Coro do 2.º Ciclo, nos 5.º e 6.º anos, da Escola Manuel de Figueiredo, com quem o Conservatório de Música tem uma pareceria na área do ensino articulado. Passaram ainda pelo palco os Coros de 2.º e 3.º Ciclos, o Coro de 2.º Ciclo de Constância, o coro Juvenil e o Choral Phydellius perfazendo um total de oito coros que encheram a Praça do Peixe de encanto e talento, bem demonstrativos do empenho e da motivação de jovens e também adultos para com estes projetos.

A terminar, o palco foi pequeno para as 200 vozes que se uniram num só coro, que dirigidos pelo Maestro João Branco cantaram três temas. No final as palmas foram muitas, em reconhecimento pelo belíssimo espetáculo oferecido.

Célia Ramos

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