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Choral Phydellius apresentou concerto inédito

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Na tarde de domingo, dia 22 de março, o Teatro Virgínia encheu por completo para assistir a um concerto inédito e de excelência por parte do Choral Phydellius: “Música Choral”.

Duas centenas de vozes infantis, juvenis e seniores passaram pelo palco para apresentarem aquilo que move a instituição, desde maio de 1957, data da sua criação, e o que sabem fazer de melhor: o canto coral.

Desde o Coro de Iniciação, os benjamins, assim lhes podemos chamar, com idades entre os 5 e os 9 anos de idade, aos quais se juntaram os Phydellitos, com idades entre os 3 e os 5 anos, até ao coro adulto que dá nome à instituição, apresentaram-se ao longo de cerca de duas horas, as vozes que são o rosto e ao mesmo tempo o orgulho desta associação.

Um espetáculo de grande qualidade e profissionalismo aplaudido pelo público do início ao fim.

Subiram ao palco em primeiro lugar, o Coro de Iniciação Musical (crianças dos 6-9 anos) e os Phydellitos (3-5 anos) que encantaram logo desde o início, acompanhados pela professora Marisa Murcela.

Estes pequenos cantores deram ao longo de toda a sua apresentação mostras de que talento não lhes falta.

Passados 58 anos de idade sobre a fundação do Choral Phydellius, outra data se salienta na sua história: os 40 anos da Escola de Música – o Conservatório de Música do Choral Phydellius.

Sendo este um parceiro do Agrupamento de Escolas Gil Paes, desfilaram em seguida os alunos do Ensino Articulado, divididos pelos coros do 2.º ciclo ao 3.º e ao secundário.

De recordar que no ano de 2008, o Ministério da Educação determinou as escolas Manuel de Figueiredo e Maria Lamas como de referência para o Ensino Articulado da Música em Torres Novas.

O professor Vítor Ferreira, diretor pedagógico do Conservatório de Música quis neste momento agradecer ao diretor do Agrupamento Gil Paes, professor Paulo Renato, ali presente, “a ação que dedica ao ensino especializado da música: sentimos da direção, dos coordenadores, dos diretores de turma, professores e dos auxiliares uma motivação à causa que não pode ser um acaso. Somo-vos gratos por isso e queremos continuar a formar convosco mais músicos e profissionais extraordinários. Precisamos de salvar as verdadeiras vocações pró-secundário; desejamos contornar um bloqueio de financiamento, que nos diminui”, afirmou.

Célia Ramos

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