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I Festival do Fado Infantil de Torres Novas com boa casa no Teatro Virgínia

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No domingo, dia 22, o Teatro Virgínia abriu as portas para o I Festival do Fado Infantil de Torres Novas, uma iniciativa do Clube de Campismo Torrejano, Adega Típica do Fado “Quadras Soltas” e do CRIT (Centro de Reabilitação e Integração Torrejano). Participaram seis concorrentes e os eventuais proveitos da iniciativa reverteram a favor do CRIT.

António Lucas Lemos, o Presidente do Clube de Campismo, fez a introdução ao festival, agradecendo ao público que tivesse «dado descanso ao sofá» naquele dia. Fez questão de agradecer a colaboração da Câmara de Torres Novas, destacando o trabalho da vereadora Elvira Sequeira. Depois estendeu a Pedro Ferreira os cumprimentos, dele dizendo que Torres Novas se habituou a ver nele como o «homem das coletividades e associações». Por fim efetuou um apelo para que as pessoas se disponibilizem mais para a vida associativa, aproveitando para deixar a Pedro Ferreira uma “pista” sobre a situação do PDM que ainda atrapalha a vida do Clube de Campismo. Sobre o festival fez questão de dizer publicamente que o “pai” da ideia pertence ao grupo “Quadras Soltas”, Zé Manel, que também era um dos músicos daquela noite.

Após a atuação dos seis fadistas, que foram recolhendo aplausos do público a cada atuação, Pedro Ferreira, na qualidade de Presidente do CRIT, lembrou que a sua instituição havia nascido há 37 anos e se mantém porque as pessoas «assim o querem». O concelho, recordou, tem mais de cem coletividades e entre elas existe uma grande solidariedade e, naquele dia, podia-se comprovar isso mesmo. Aquele foi um espetáculo que se organizou rapidamente e tinha a convicção de que iria ser um êxito, embora, confessou, não esperava que tivesse «a qualidade a que todos assistimos». Elogiou ainda Teresa Tapadas, fadista de Riachos, que mais uma vez, assim que foi convidada, disse que “sim”.

A maioria dos fadistas presentes no festival tinha a “chancela” da Escola de Fado Alverquense. E o vencedor acabaria por ser um jovem natural de Alverca, Diogo Pombas, de 16 anos, que encerrou o festival a cantar ao lado de Teresa Tapadas, pois essa atuação era parte do “prémio” do festival.

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