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	<title>O Almonda</title>
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	<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:57 +0000</pubDate>
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		<title>“Queremos pôr a Chancelaria no mapa da Dança Desportiva”</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
A notícia da abertura das inscrições para o ano 2010 e 2011 da secção de Dança Desportiva  (Danças de Salão) da União Recreativa da Chancelaria desafiou-nos a saber mais acerca desta escola, da sua formação e da caminhada feita até agora. Esta é a única Escola do Concelho de Torres Novas a competir nos Regionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">A notícia da abertura das inscrições para o ano 2010 e 2011 da secção de Dança Desportiva<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>(Danças de Salão) da União Recreativa da Chancelaria desafiou-nos a saber mais acerca desta escola, da sua formação e da caminhada feita até agora. Esta é a única Escola do Concelho de Torres Novas a competir nos Regionais e nos Nacionais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Cláudia Santos acompanhou o nascer da iniciativa, desde Dezembro de 2006 e é actualmente a Presidente da Direcção da União Recreativa da Chancelaria, acumulando ainda o cargo de Directora da escola de dança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">“A ideia da Escola surgiu num reunião de Direcção da União Recreativa da Chancelaria e como forma de ocupar os nossos jovens e crianças a quem a nossa aldeia não oferecia nenhuma actividade cultural, desportiva ou recreativa para os seus tempos livres. Por acaso li no jornal &#8220;O Almonda&#8221; referência a um professor que iria começar com um grupo de danças numa aldeia nossa vizinha, entrei em contacto com ele que se mostrou disponível e assim começámos. na altura treinávamos no Salão Paroquial da Chancelaria”, explicou a directora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Desde início que “houve muita adesão por parte da população da Chancelaria, a pouco e pouco pessoas de outras aldeias vizinhas inscreveram-se. Em menos de um mês, tínhamos cerca de 40 pessoas com idades compreendidas entre os 6 e os 60 anos a aprender a dançar”. Acrescenta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Duas vezes por semana, às quartas e sextas-feiras, os ensaios realizam-se assiduamente e com o entusiasmo de quem já não passa sem um pézinho de dança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Pelo meio surgem algumas dificuldades com um teor algo bizarro. “Uma das maiores dificuldades sentidas desde o início é o facto de em algumas faixas etárias ser difícil encontrar rapazes que queiram aprender a dançar. Existem ainda o preconceito de que estas danças são para meninas&#8230; mesmo adultos homens têm alguma vergonha” disse Claudia Santos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="color: #888888;"><em>Célia Ramos</em></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>I Convívio de Pesca Desportiva do Rancho Folclórico de Torres Novas</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O Rancho Folclórico de Torres Novas vai organizar já no próximo domingo, 5 de Setembro, o I Convívio de Pesca Desportiva, no Rio Almonda, que se realizará no espaço que vai desde o viaduto até à Avenida Dr. João Martins de Azevedo. 
 
O Almonda falou com a jovem presidente da direcção do Rancho, Vera Agostinho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O Rancho Folclórico de Torres Novas vai organizar já no próximo domingo, 5 de Setembro, o I Convívio de Pesca Desportiva, no Rio Almonda, que se realizará no espaço que vai desde o viaduto até à Avenida Dr. João Martins de Azevedo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O Almonda falou com a jovem presidente da direcção do Rancho, Vera Agostinho, para saber a razão e os objectivos desta iniciativa inédita.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">“Esta iniciativa surgiu da ideia do sócio Álvaro Raposo, que é um grande amante da pesca desportiva e do convívio,” explica Vera Agostinho, “e deste modo o Rancho pretende promover a divulgação de Torres Novas e dos seus recursos naturais, e ao mesmo tempo, proporcionar momentos de convívio, e claro angariar fundos para a colectividade.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Sabe-se que as colectividades vivem com grande espírito de sacrifício e voluntariado, e neste caso específico “a manutenção dos trajes e do calçado, o pagamento aos músicos e as deslocações, são despesas certas. E a verdade é que este ano ainda não recebemos o subsídio institucional. O que nos conforta é sabermos que não somos a única colectividade nestas circunstâncias”, diz a presidente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">No domingo, a prova realizar-se-á da seguinte forma: apanhado o peixe, é pesado e depois<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>devolvido ao rio. O participante que conseguir maior valor na pesagem é o vencedor. Apesar de que, como se trata afinal de um convívio, haverão prémios para todos os participantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Embora esta actividade não seja pioneira na cidade, é sem duvida uma primeira experiência para nós, enquanto Rancho e esperamos com esta iniciativa, adquirir experiência para que possamos pensar em realizar mais projectos como este e outros diferentes, tais como, a possível organização de uma noite de fados e talvez uma tarde de jogos tradicionais, (esta ultima mais direccionada às crianças), acrescentou Vera Agostinho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="color: #888888;"><em>Célia Ramos</em></span></span></p>
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		<title>Lembrando o José Vidal e as bandeirinhas do centro de mesa</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Jorge Pinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Certo dia em final de tarde e na altura do São Martinho, o António Maria Vassalo convidou uma malta muito jeitosa para ir até à Feira da Golegã. Deve ter sido por volta de 1963, há cerca de quarenta e sete anos.
 
O carro, salvo erro um Dodge, era do pai do António Maria, guiado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Certo dia em final de tarde e na altura do São Martinho, o António Maria Vassalo convidou uma malta muito jeitosa para ir até à Feira da Golegã. Deve ter sido por volta de 1963, há cerca de quarenta e sete anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O carro, salvo erro um Dodge, era do pai do António Maria, guiado pelo senhor Jaime, motorista da casa e apareceram para seguir viagem nada mais nada menos que dez matulões em tamanho e peso que se arrumaram muito a custo dentro da viatura. Éramos onze com o motorista e recordo-me de quase todos, a começar pelo António Maria Vassalo, seus primos Pedro e Alexandre Vassalo, o Alfredo Faria Mendes, eu, o Curado, o Orlando Sequeira, o Salter Cid da Chamusca e a comandar as hostes com o seu ar imperial e inigualável, o nosso saudoso amigo José Vidal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Eu ia deitado no chão com a cabeça encostada à porta de trás do lado do condutor e o Alfredo ia na mesma posição, mas com a cabeça encostada à outra porta. Por cima de nós foram colocados os capotes, as gabardinas e o que mais houvesse, para que, caso a polícia nos mandasse parar só contar nove cabeças e não onze.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">E foi dito e feito. Alguém se lembrou de irmos primeiro ao Restaurante Soltejo à Barquinha a ao passarmos ao posto da Polícia de Viação e Trânsito, na Ponte da Pedra à saída do Entroncamento a polícia mandou-nos parar. Lá dizia o senhor guarda que lhe parecia que a lotação estava mais que esgotada e os dois que ele não via a rezar, pedindo a todos os santinhos que o guarda não abrisse as portas de trás, pois se o fizesse lá ficávamos com a cabeça de fora a olhá-lo de baixo para cima. O motorista era experiente, argumentou que éramos todos boa gente e lá nos mandaram seguir sem mais problemas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Chegados ao Soltejo, que era na época um restaurante de primeira linha, com empregados fardados a rigor e que até tinha chefe de sala e tudo,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">começou a festa. As mesas tinham como centro um arranjo em madeira com várias bandeiras de diversos países. O Zé Vidal mandou que a malta se sentasse e pediu alto e bom som: “Venham dez copos de tinto para estas mesas !”. O chefe de sala muito respeitosamente informou que só havia taças e não copos ao que o Zé Vidal ripostou: “Ok, venham dez taças de vinho tinto para estas mesas !”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">A barraca estava montada e isso sem termos bebido uma gota. Do balcão vem a informação de que não havia vinho tinto e num repente o Zé Vidal lança um repto: “O malta, vamos mas é já para o Zé da Ana, que isto aqui é pior que uma tasca mesmo rasca !”. O chefe de sala, respeitosamente, chamou o Zé Vidal e sussurrou-lhe ao ouvido: “Os senhores podem ir para onde quiserem, mas primeiro têm que repor um centro de mesa com as bandeiras, que um de vós, inadvertidamente, fez desaparecer !”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O Zé Vidal reuniu-nos e combinou que nos debruçaríamos todos sobre a mesa em questão e que o mágico que tirou a coisa devia de imediato voltar a colocá-la no lugar. Quando nos levantámos lá estava o centro de mesa e as bandeirinhas, e lá saímos sem uma gota beber, agora na direcção da Golegã.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Depois a história foi outra até às tantas da madrugada. Na Golegã também não se bebeu nada e apenas me lembro de ter comprado um bengalim em verga e dali seguirmos para casa do Gaspar na Chamusca, por sugestão do colega Salter Cid.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Lá se acordou o homem e até fomos bem recebidos, pois o Gaspar era motorista da Marquesa de Alorna e colega do Jaime, nosso motorista, com quem de imediato confraternizou. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O Gaspar era homem dado a colecções em especial de isqueiros e de copos de marca, contando-se na altura algumas centenas que forravam as paredes da sala de entrada. Dada a facilidade de acessos e contactos que ser motorista da Marquesa lhe proporcionavam, conseguia peças raríssimas, lembrando-me do seu orgulho em nos mostrar vários copos de cristal que tinham servido no banquete de gala oferecido por Salazar à Raínha Isabel II de Inglaterra, aquando da sua visita a Portugal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Depois foi beber, contar anedotas e cantar o fado à desgarrada até às tantas, com a particularidade de a água-pé ser servida em pequenos penicos de barro que serviam à maravilha para aquela castiça função. Até que enfim se bebia alguma coisa&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">No regresso confiámos a vida ao senhor Jaime, profissional íntegro e que não bebeu nada nessa noite, dado o peso da responsabilidade e da rapaziada que transportava.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">A viagem passou-se num abrir e fechar de olhos, com a malta a dormir e bem enlatada. Só me lembro de acordar e me despedir do Alfredo Faria Mendes, meu vizinho de então, cada um com o seu bengalim, num até já, que o dia estava quase a nascer.</span><em><span style="font-family: Verdana; color: #888888; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-language: PT;"></span></em></p>
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		<title>Terça-Feira é dia de mercado</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Não deixa de ser curiosa e interessante uma visita à terça-feira ao mercado de Torres Novas. Não para fazer compras. Apenas para estar de ouvidos e olhos bem abertos e ouvir aqui e ali os desabafos de quem faz esta vida há décadas.
 
O agente da PSP apita para mandar parar o trânsito compacto e deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5526" title="p1_mercado_grd" src="http://oalmonda.net/wp-content/themes/OAlmonda/images//p1_mercado_grd.jpg" alt="p1_mercado_grd" width="450" height="338" /> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Não deixa de ser curiosa e interessante uma visita à terça-feira ao mercado de Torres Novas. Não para fazer compras. Apenas para estar de ouvidos e olhos bem abertos e ouvir aqui e ali os desabafos de quem faz esta vida há décadas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O agente da PSP apita para mandar parar o trânsito compacto e deixar passar os peões na passadeira. Os automobilistas tentam fazer acrobacias para se despacharem do caos da terça-feira nesta zona, acrescentado pelo condicionamento a que o trânsito está sujeito derivado às obras do Almonda Parque. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Francisco Braçais apreciava o cenário e perante a abordagem d&#8217; “O Almonda” afirmava: “Torres Novas evoluiu muito. Já não se compara com, o que era na década de setenta, quando para cá vim. O problema é que há situações graves por resolver. O estacionamento&#8230; Não temos estacionamento na cidade. Claro que em dia de mercado isto aqui se torna caótico, mas o pior é se uma ambulância ou os bombeiros se precisam de sair numa emergência, agora com a agravante das obras aqui do novo parque de estacionamento, o doente acaba por morrer antes de chegar ao hospital.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Na espera para atravessar a passadeira, Filomena Inocêncio desabafava, ainda a propósito das obras do Almonda Parque, “o estacionamento está um caos. Mudaram a Praça de Táxis para o outro lado, nós moradores não temos onde estacionar! E para vir à Praça, que só venho de vez em quando, só a pé. Gosto mais de comprar no mercado do que nas grandes superfícies comerciais. Aqui os legumes são melhores, concluiu ao apito do agente da autoridade que dava ordem para avançar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Joaquim Lourenço esperava sentado pela esposa. (As mulheres demoram sempre mais um pouco”. A vinda a Torres Novas à terça-feira já é um hábito. “Venho buscar os haveres para comer e pouco mais. E venho distrair a cabeça. Sempre se sai de casa”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">A Maria da Conceição, sentada ao lado de Joaquim acrescentou, “aqui fazemos as compras mais em conta, e tenho mais confiança nas hortaliças, que vêm mesmo das hortas dos feirantes”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="color: #888888;"><em>Célia Ramos<strong></strong></em></span></span></p>
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		<title>História do Centro de Assistência Paroquial de Pedrógão em livro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
“Centro de Assistência Paroquial de Pedrógão – Percurso de uma Instituição de Solidariedade (1950 – 2010)”, de Maria Isabel Geada é um livro que narra a épica história da boa vontade no Pedrógão. O livro foi apresentado pela autora e pelo Pe. Mário Taglialatela, o Presidente da instituição, no Domingo, dia 29 de Agosto, perante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">“Centro de Assistência Paroquial de Pedrógão – Percurso de uma Instituição de Solidariedade (1950 – 2010)”, de Maria Isabel Geada é um livro que narra a épica história da boa vontade no Pedrógão. O livro foi apresentado pela autora e pelo Pe. Mário Taglialatela, o Presidente da instituição, no Domingo, dia 29 de Agosto, perante uma sala cheia de amigos e bem feitores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Contou Maria Isabel Geada a “O Almonda” que o livro surgiu a pedido do Pe. Mário Taglialatela com o propósito de assinalar os 60 anos do Centro. Aceite o desafio a autora pesquisou todas as fontes que tinha ao seu dispor, desde os arquivos da casa, a testemunhos vivos, como às peças jornalísticas saídas em “O Almonda” na época, para levar a bom porto a tarefa. Recorda o livro como o Pe. Abílio pediu uma casa emprestada em 1950 para dar apoio às crianças da aldeia e como também ele, com ajuda de voluntários, fez nascer aquela instituição. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Em 1953 a casa foi comprada por 90 contos, tendo também sido comprado na mesma altura um terreno anexo. O Pe. Abílio, que também marcou presença no lançamento do livro, contou a “O Almonda” porque razão se lançou a fazer aquela obra. Disse que naquele tempo o Pedrógão tinha muitas famílias que migravam, fosse para Lisboa ou para o estrangeiro. Deixavam para trás os pais e os irmãos e vinham à terra de tempos a tempos, trazendo alguns víveres que julgavam durar até uma próxima visita. Acontecia muitas vezes que esses víveres não chegavam e que as pessoas no Pedrógão passavam muitas vezes fome. Foi por isso que o Centro nasceu, por causa da pobreza. O Pe. Abílo ia a Torres Novas às mercearias e pedia «aqui e acolá», pedindo também muitas vezes na Farmácia Lima as amostras dos medicamentos para o posto de primeiros socorros que existia no Pedrógão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Guilhermina Pacheco, que se encontrava sentada ao lado do Pe. Abílio, não se cansou de o elogiar, testemunhando muitas das dificuldades e conquistas daqueles anos, e recordou os 10 anos que o Pe. Abílio passou no Pedrógão, «foram dez anos cheios e com muitas iniciativas», completando, «foi o homem que começou a dar vida ao Pedrógão», e justifica a afirmação, «todos os que trabalharam com ele ganharam capacidade para se desenvolver e ter um futuro».</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><em><span style="color: #888888;">Luís Miguel Lopes</span></em></span></p>
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		<title>Carteirista – uma profissão com futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Victor Pereira da Rosa]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Milhares de portugueses estarão de acordo ao ouvir dizer que, nos tempos que correm, ser ladrão em Portugal deixou de ser uma vergonha intolerável. Tornou-se normal e não surpreende ninguém. Os políticos, a banca e os empresários aldrabam sem pestanejar. A justiça também não dá bons exemplos. Andam todos ocupados em jogadas obscuras, mas bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Milhares de portugueses estarão de acordo ao ouvir dizer que, nos tempos que correm, ser ladrão em Portugal deixou de ser uma vergonha intolerável. Tornou-se normal e não surpreende ninguém. Os políticos, a banca e os empresários aldrabam sem pestanejar. A justiça também não dá bons exemplos. Andam todos ocupados em jogadas obscuras, mas bem remuneradas. O que ainda há pouco eram apenas águas de regato, que mal ultrapassavam as barragens legais, na actualidade converteram-se em poderosas enchurradas que levam tudo à frente. Uma multidão de ladrões, sanguessugas, parasitas e demais esponjas para absorverem o sangue e o suor de quem ainda produz algo de valor nesta mortificada nação. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Os contribuintes pagam centenas de milhões de euros ao Estado. Este devia ter como uma das funções principais a protecção das pessoas e dos bens, no entanto é fácil constatar que, por desinteresse ou por incompetência, efectuou-se um reviramento de grande envergadura nele e na sociedade portuguesa. Desapareceu a vergonha. Tal como o desrespeito pelas autoridades e pela cidadania, também se abandonou o ostracismo a que eram votados os criminosos e os caloteiros, elementos dominantes na psicologia colectiva. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Parece um paradoxo, mas dentro de semanas os nossos ouvidos vão estar sob martelação permanente com o centenário da República e os valores republicanos. Por isso, será oportuno que cada cidadão medite sobre o significado da efeméride. Ensinaram-nos que, com a queda da monarquia, tinham sido abolidos os privilégios da nobreza.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Logo se chega à conclusão que o país necessita de outro 5 de Outubro. É um insulto ver os privilégios dos criminosos e da nova burguesia. Esta última transformou-se numa casta à parte e, diga-se de passagem, sem a distinção nem o polimento da velha aristocracia. Os únicos pontos em comum serão o sentido do privilégio e a diferença de tratamento. Quer ser tratada por “excelentíssima”, sem exceler em quase nada. E nem vale a pena mencionar “doutorices” anacrónicas e pacóvias. No que respeita a roubalheiras, nada mudou. Haverá mesmo quem afirme que os presentes governantes “esfolam” mais quem trabalha e produz. Talvez seja verdade. Não sabemos ao certo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">E a propósito de furtos, óptimos empregos e ocupações lucrativas, vem a talhe de foice a denúncia (?) publicada no DN (29.08.2010): “Os carteiristas clássicos [...] chegam a &#8216;limpar&#8217; mil euros por dia. A reforma das leis penais tornou-lhes a vida mais fácil: o crime vai até cinco anos e não prevê prisão preventiva”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Escreve esse matutino que a polícia tem 1010 carteiristas identificados, a quem “a<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>reforma penal de 2007 facilitou a vida porque a moldura penal do furto por carteirismo vai até cinco anos de prisão, o que já não permite a aplicação da prisão preventiva. A alternativa à pena de prisão, neste crime, é a pena de multa até 600 dias. A impunidade do crime não deixa de estar associada à diminuição do número de queixas em todo o País”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Caso o leitor tenha esquecido, é conveniente recordar que foi o presente governo que acrescentou algumas complicações ao processo de formulação das queixas. A maioria dos cidadãos compreenderam, de imediato, tratar-se de mais um exemplo da realidade “complicadex”. Em substituição do tão trompeteado “simplex” burocrático.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O DN cita fontes policiais quando retrata um caso típico: “O ‘Zé do Porto’ foi detido pela última vez em flagrante delito no passado dia 8, depois de furtar a carteira a um turista que desatou aos gritos, no eléctrico 15, em Alcântara. Aquando do incidente, a mulher de Zé do Porto fugiu e ele acabou detido pela PSP na companhia de um irmão e de um cúmplice. O valor furtado era de 350 euros. Presente ao tribunal de Pequena Instância Criminal, ficou apenas constituído arguido com Termo de Identidade e Residência (TIR)”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Durante o verão passam umas semanas no Algarve e também colaboram na exportação de bens e serviços, não hesitando em atravessar a fronteira para fazer uns biscastes no sul de Espanha. As divisas que trazem do estrangeiro ajudam a fortalecer as finanças nacionais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Em Lisboa, os lucros são avultadíssimos. Como foi mencionado, limpam sem dificuldade mil euros. Dois mil em dias mais laboriosos. Sem taxas municipais nem impostos a pagar. E, do ponto de vista estatístico, é bastante provável que estes laboriosos cidadãos sejam também beneficiários de rendimentos de inserção.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Criando a impunidade, permitindo a hegemonia da bicharada, os legisladores e a “justiça” esquecem-se que semelhantes roubos estragam as férias dos turistas. Ficam sem documentos, sem cartões e sem dinheiro. É fácil de imaginar o impacto negativo destes casos nos países donde são originárias as vítimas. Basta elas falarem a familiares, amigos e colegas que, a seu turno, irão comentar o caso com outros conhecidos. E por ali fora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Perdas económicas dificeis de calcular. Depois os governantes vêm dizer que não há dinheiro. Que têm de aumentar os impostos, as taxas da água, a electricidade e o gás. Que não há verbas que garantam os serviços de saúde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Com mil diabos, não seria mais ajuizado cortarem nas despesas com os próprios salários, carros de luxo, festas, viagens supérfluas, outras prebendas e sinecuras? Vão pentear macacos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Com o actual desnorte, não são apenas os carteiristas que têm um grande futuro.</span><em><span style="font-family: Verdana; color: #888888; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-language: PT;"></span></em></p>
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		<title>Pessoas da nossa sociedade</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Madalena Monge]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Ao regressar a Torres Novas, após uma boa semana de férias, eis que deparo com más notícias. Pessoas conhecidas que partiram. Em todo o lado se ouvia falar destas mortes. E na página dos óbitos deste jornal vi o Catarino. Toda a gente conhecia este rapaz. Passava pela rua da calçada diariamente, pedindo algo nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Ao regressar a Torres Novas, após uma boa semana de férias, eis que deparo com más notícias. Pessoas conhecidas que partiram. Em todo o lado se ouvia falar destas mortes. E na página dos óbitos deste jornal vi o Catarino. Toda a gente conhecia este rapaz. Passava pela rua da calçada diariamente, pedindo algo nas lojas. Os comerciantes conheciam-no e lamentavam tal sorte. Era ainda jovem e partiu. Ele viveu no seu mundo, na sua órbita irreal. Ouvi muitas vezes os seus lamentos de homem revoltado. Um dia tive vontade de o abordar, de falar um pouco com ele. Porém não o fiz. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Após uma semana do seu funeral fui a um bar e ouvi falar no Catarino, num tom de bondade, de amizade. Não estou aqui para julgar o Catarino, porque ele tinha problemas com a droga. Mas condeno os traficantes de estupefacientes. Esses espalham sonhos e objectivos mentirosos, e quem usa essas mezinhas pode morrer. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">E adianta dizerem que os consumidores têm a culpa porque não é bem assim. A maior parte das vezes fumam um charro numa festa com os amigos e depois continua-se e a malta e não só querem é ter adrenalina. Infelizmente há uns anos trabalhei numa empresa onde havia consumidores do fim do Mês. Ou seja compravam o produto quando recebiam o salário. E anos mais tarde vi alguns agarrados, no entanto eram óptimas pessoas. Eram os primeiros a ajudar-me na fábrica e isso nunca esquecerei. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Por isso apresento as minhas condolências à família do Catarino. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Esta semana fui a uma farmácia e na montra estava uma foto de alguém que também tinha deixado a terra dos vivos. Qual não foi o meu espanto quando reconheci o rosto do Sr. “ Zé cigano”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Recordo-me dele sentado na esplanada dum café da nossa terra a conviver com alguns membros da sua família. Ou então no mercado semanal a vender os seus artigos. Era um homem respeitado pela comunidade cigana. O meu pai sempre me disse que quando havia algum alarido entre as suas gentes, o” Sr. Zé cigano” aparecia e tudo terminava em bem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Trabalhei numa escola, onde alguns dos seus netos a frequentaram e reparei que eram mais educados que alguns meninos das chamadas famílias de bem. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Assisti ao seu funeral e vi tristeza em todos os olhares. Uma despedida dolorosa que há muito não via num enterro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Com todo o respeito também dou as minhas condolências à família do Sr. “ Zé cigano”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Deixo à restante população uma mensagem: não devemos chamar a morte, porque ela vem ter connosco um dia; Antes de falar em pessoas que morreram, temos de nos certificar que a pessoa está realmente morta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Isto vem a propósito desta semana correr o boato que uma pessoa tinha morrido e afinal não passou de um boato. A pessoa pode estar mal, mas não se pode logo enterrá-la não acham?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Sinceramente ando farta de ouvir no TUT estas frases: - “ aí isto está muito mau, Daqui a pouco temos de encomendar o caixão”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">-“ Ó homem quem te viu e quem te vê!” – “ Coitadinho é aquela doença, ele não aguenta, está de novo no Hospital”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Estas e outras frases ouvem-se logo de manhãzinha no TUT. Isto é que é amor à vida. Isto é que é um dia positivo. Fico irritada quando ouço estas coisas. Um dia destes a conversa estava a perturbar-me que tive de falar alto. Perguntei se não gostavam de viver? Responderam que sim. Então porque raios não aprendem a sorrir e serem optimistas em vez de derrubarem os outros?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Por favor tentem olhar para a vida de outra maneira. Há crise todos sabemos, há mortes, há doenças, mas temos todos juntos de dar um pouco de nós, um pouco de alegria e fazer um esforço para que tal aconteça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Será que para a semana a ladainha muda para algo mais positivo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="mso-tab-count: 1;">            </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Como dizia Raul Solnado “ FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES”</span></p>
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		<title>Vibeiras há vinte anos a moldar os espaços exteriores</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oalmonda</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ 
A “Vibeiras SA” é uma empresa com sede em Torres Novas e que opera no mercado da Arquitectura Paisagística, mais concretamente no projecto, na construção e na manutenção de espaços exteriores, parques e jardins, relvados e espaços de jogo e recreio. Desde 1998 que a Mota-Engil, nomeadamente na sub-holding - Ambiente e Serviços, detém 60% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">A “Vibeiras SA” é uma empresa com sede em Torres Novas e que opera no mercado da Arquitectura Paisagística, mais concretamente no projecto, na construção e na manutenção de espaços exteriores, parques e jardins, relvados e espaços de jogo e recreio. Desde 1998 que a Mota-Engil, nomeadamente na sub-holding - Ambiente e Serviços, detém 60% do seu capital.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">A sua actividade remonta a 1990, apresentando um currículo de mais de 1000 obras executadas, de Norte a Sul do País, para clientes do sector público e privado. A equipa da Vibeiras é constituída por 400 funcionários, em que cerca de 40 são técnicos superiores de diversas especialidades dentro da Engenharia e Arquitectura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Designa-se por “Arquitectura Paisagística” o arranjo de jardins e espaços exteriores, com pavimento, mobiliário urbano ou com outros equipamentos. A empresa actua desde o projecto até à construção. Pensa o espaço no seu todo, o que lhe tem granjeado sucesso na sua área de actuação. Os seus serviços têm sido requisitados pelo sector público e privado de todo o país, o que dá conta da sua grande amplitude de actuação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Tem a sua sede social na cidade de Torres Novas, 5 outros escritórios e diversos estaleiros por todo o País, de apoio às obras em execução e aos contratos de manutenção. A Vibeiras está certificada pela Norma Europeia da Qualidade NP EN ISO 9001/2000, o que confere aos seus clientes a garantia de boa organização.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><strong>O crescimento da empresa</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Ao longo dos 20 anos de actividade, a Vibeiras tem assistido a um crescimento muito positivo do seu volume de negócios. Mas o crescimento aconteceu porque o mercado ditou as regras. Surgiram, um pouco por todo o país, os projectos, com maiores exigências, que os fundos europeus ajudaram a sair das gavetas de muitos municípios. Com a bagagem de “know how” já adquirida com a Expo98, onde a experiência positiva no arranjo e manutenção dos jardins (que ainda mantêm até hoje) serviu como grande cartão de visita, a Vibeiras começou a ganhar a confiança do mercado. Foi por essa altura que surgiram muitos programas “Polis” por todo o país e que houve um “boom” na procura da melhoria dos espaços públicos e a Vibeiras esteve pronta para assumir os desafios apresentando as suas propostas e ganhando muitos concursos. Pode-se afirmar que estiveram “no sítio certo à hora certa” e puderam crescer. Esse crescimento pode aferir-se pelo seu volume de negócios, que em conjunto com as suas empresas comparticipadas foi, no ano de 2009, de 35 milhões de euros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p><em><span style="color: #888888;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;" align="right"><em><span style="font-family: Verdana; color: #888888; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Luís Miguel Lopes</span></em><span style="color: black; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT;"></span></p>
<p></span></em></p>
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		<title>1.ª Maratona Zona 55 – Na Pegada do Dinossauro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ 
O Clube de BTT Zona 55, com sede em Torres Novas, irá realizar no próximo dia 03 de Outubro um evento BTT aberto ao público em geral, apelidado de 1.ª Maratona Zona 55 – Na Pegada do Dinossauro, com a possibilidade de escolha entre as extensões de 30kms e 60kms, com um limite de 400 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O Clube de BTT Zona 55, com sede em Torres Novas, irá realizar no próximo dia 03 de Outubro um evento BTT aberto ao público em geral, apelidado de 1.ª Maratona Zona 55 – Na Pegada do Dinossauro, com a possibilidade de escolha entre as extensões de 30kms e 60kms, com um limite de 400 inscrições ou até 26 de Setembro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">O evento, que além de ter toda a logística ali montada terá também partida e chegada localizada na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas, encaminhando-se posteriormente os trilhos de ambas as provas para a Serra de Aire e Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">Além das actividades disponibilizadas aos atletas (federados ou não), cuja inscrição tem o valor de €15,00 que inclui entre outros préstimos, seguro de prova, banhos, zonas de abastecimentos líquidos e sólidos, almoço, prémios e lembranças. Também não foram esquecidos os acompanhantes dos atletas, que por €8,00 terão direito a almoço, aula de ginástica de manutenção e visita às grutas de Santo António com respectivo transporte incluído.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">As inscrições já se encontram abertas no blogue oficial da Organização, em http://zona55biketeam.blogspot.com, onde se encontram também disponíveis todas as informações referentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">“O Almonda” falou com o responsável, João Valério e quis saber mais acerca do Clube de BTT Zona 55 / Zona 55 Bike Team com sede na Rua Principal n.º 5 – Atouguia, em Torres Novas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;">&#8220;Tudo começou no ano de 2007, quando um amigo do grupo precisava de todo o apoio para &#8220;Ajudar a Mariana&#8221;, uma menina com uma doença rara e na latura organizaram-se diversas actividades no sentido de apoiar esta causa. Nessa altura organizamos uma Maratona na Brogueira que juntou mais de 400 participantes vindos de todo o país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-weight: bold;"><span style="color: #888888;"><em>Célia Ramos</em></span></span></p>
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		<title>Edição impressa, nº 4790 de 03-09-2010</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 00:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Capa jornal]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5551" title="primeira_3_setembro_2010_grd" src="http://oalmonda.net/wp-content/themes/OAlmonda/images//primeira_3_setembro_2010_grd.jpg" alt="primeira_3_setembro_2010_grd" width="454" height="627" /></p>
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