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Mas afinal quem é que é o maestro?

A história conta-se em poucas palavras, mas é bastante curiosa e digna de ser dada ao público leitor. Em Torres Novas, por volta dos anos 1963/64, existiram dois corais, o Choral Phydellius e o Coral Torrejano. O fundador do Phydellius, Fernando Cardoso, estava na altura no Ultramar a cumprir serviço militar e prestes a regressar. Eu, que tinha entrado com a ajuda de mão

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Apontamentos

Incluo no primeiro a informação que retirei da imprensa do país irmão, Espanha, por ter a ver com alguma imaginação, inspirada na ideia catalã de independência. Dizia essa informação que um cidadão da Andaluzia, como se sabe também uma região autónoma espanhola, quer formar, apenas virtualmente, uma espécie de república

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Cruzada das Mulheres Portuguesas de Torres Novas

A 20/3/1916, por iniciativa da mulher do presidente da república Bernardino Machado, D. Elzira Dantas Machado, tomou forma a Cruzada das Mulheres Portuguesas, com figuras da família de ministros e deputados. O seu objectivo essencial assentava na assistência material e moral a pessoas e entidades que sofriam as consequências da

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As minorias

Ao longo das civilizações estas foram progredindo, modificando o seu modo de viver, alterando os seus valores, umas vezes para melhor, outras para pior. Se excetuarmos as guerras e os grandes cataclismos, todos os progressos ou regressos e as grandes transformações foram obra de minorias. Muitas vezes perseguidos, muitas vezes

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Quando os mesteirais sobem ao poder autárquico

Nas vilas medievais o poder autárquico assentava na assembleia do concelho que elegia anualmente dois juízes ordinários, o procurador do concelho e os almotacés. Todos esses elementos saíam da classe dos cavaleiros-vilãos, proprietários e classe burguesa nascente, dos letrados, que constituíam a nobreza concelhia. Nas cortes, os seus procuradores eleitos

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Eleições

No próximo domingo vamos escolher os nossos representantes. Porventu- ra porque os conhecemos, nestas eleições, a abstenção é menor, sem deixar de ser elevada. Esta contradição da democracia, a decisão de alguns que vai condicionar o destino de todos, foi abordada por Saramago no romance Ensaio sobre a Lucidez: 3 partidos, PDE (partido da esquerda),

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“Palavras, palavras, palavras”

“Palavras, palavras, pala- vras”, disse Hamlet – o príncipe dinamarquês que utilizava palavras soltas e aparentemente sem sentido. Estamos de volta à escola, ao trabalho, à rotina quotidiana. Voltámos para casa em antecipação do outono e, mais tarde, da friagem invernal. Mas, como dizem os brasileiros, “deixem pra lá”. Vivemos numa era de “pós-verdade”,

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Um pequeno aditamento ao livro “Torrejanos de Vulto” (1)

Qualquer torrejano menos desatento à História local deparou-se forçosamente, nas suas pesquisas, com um dos preciosos estudos de Joaquim Rodrigues Bicho (1926-2015), dedicados à memória de Torres Novas. Livros escritos com enorme rigor, onde irmana o devotado carinho do torrejano ilustre pelas gentes, cultura, património e tradições da sua terra

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Mais um Amigo que nos deixou…

Tínhamos regressado de férias e foi com alguma surpresa que recebemos a notícia do falecimento do Amigo Eduardo Pina Francisquinho. Na verdade a morte nunca avisa quando chega. O destino de cada um está traçado e não vale a pena preocuparmo-nos com uma coisa que está certa. O Amigo Eduardo chegou à Gráfica Almondina num período nada fácil. Já a

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Um Poema Inédito de António Botto

A dezassete de Agosto de 2017, faz 120 anos que nasceu António Botto (1897-1959). Figura incontornável de Abrantes (é o patrono da sua Biblioteca Municipal), o escritor, natural de Concavada, destacou-se, fundamentalmente, como um grande poeta e admirável contista infantil. Nesta última faceta revelar-se-ia um autor impregnado de uma rara

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Princesa do Oeste

“- Bom dia pessoal. Vamos lá ver se o tempo melhora, choveu toda a noite para os meus lados.” -“ Mas hoje vai estar um dia bom. O céu já está azul. É bom sinal para o povo vir à feira passear.” “- Pois que venham e que comprem os meus

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O VAZIO

Normalmente a natureza e as sociedades têm horror ao vazio. Ele será sempre preenchido mais tarde ou mais cedo. Se lermos com atenção a nossa história europeia, verificaremos essa mesma lei. Quero referir-me ao vazio ideológico sobretudo o religioso. Habituamo-nos a afirmações como a civilização judaico-cristã ou a civilização ocidental sem

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